Natal das Crianças nas Creches Isabel “a Redentora” e Marieta Navarro Gaio

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Divulgação CMP Por (Eni) Com muitas brincadeiras, músicas, danças e presentes as crianças  das Creches Isabel  “a Redentora”  de Teresópolis e Marieta Navarro Gaio sediada em Rio de Janeiro, foram contempladas Continue lendo >>>

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Creches realizam festa de encerramento do ano letivo na Casa da Mãe Pobre

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Por (Eni)    Com o apoio da Casa da Mãe Pobre, as creches da Instituição Maria de Nazareth realizaram na tarde do dia 8 de dezembro (sábado),  a festa Continue lendo >>>

Creches da Casa da Mãe Pobre comemoram o dia das crianças

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Creche Marieta Navarro Gayo e  Creche Isabel a Redentora, promovem festa em homenagem às crianças. Por (Eni) Num clima bastante animado e descontraído, as Creches Marieta Navarro Gayo e Continue lendo >>>

Alunos do Instituto Stella Almeida – ISA, realizam importante visita  a CMP  e fazem doações

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Por (Eni) Alem  das relevantes doações que são importantes na nossa rotina diária, demonstraram enorme amor e carinho  para nossos idosos e crianças assistidas em nossas instituições. Os alunos Continue lendo >>>

 

Teresa Neumann


Capítulo XVII


tereza neumann

                      Reprodução Web

Teresa Neumann (a estigmatizada de Konnerssreuth) era filha de um alfaiate de Konnersreuth. No normal, Teresa Neumann era uma mulher simples, de gênio alegre, de ardente fé religiosa. Durante a crise dos estigmas, que lhe apareceram, pela primeira vez, na Semana Santa  de 1926) revive a paixão de Cristo e  emite frases e palavras em língua Araméia, inclusive as que o Mestre pronunciou na Cruz.  O aramaico era o idioma  que Jesus habitualmente falava e não o hebraico ou o grego.

Eis uma amostra das frases ou palavras que a estigmatizada pronunciava durante as crises que sofria:

Salabu (crucificado)

Jebudaje (Judeu)

Schlama raboni (Eu te saúdo mestre). Estas palavras, Judas as proferiu no Jardim das Oliveiras.

Magera baisebua jannaba; Jannaba magera baisebua. (Segundo Teresa Neumann, teriam sido estas palavras que os Apóstolos proferiram quando Jesus foi traído).

Abba Shabock lá hon (Pai, perdoa-lhes. Palavras ditas pelo Cristo, na cruz)

Amen Amarna lach bjani atte esmi b’pardesa. (Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso. Palavras que Jesus teria dirigido ao bom ladrão.)

Certa ocasião, em que diversos orientalistas eminentes a cercavam, a estigmatizada ouviu de novo as palavras pronunciadas pelo Mestre na cruz, entre elas a exclamação:

Asche!” (tenho sede). Concordes, todos aqueles orientalistas declararam que teria enunciado esse pensamento por meio da palavra “Sacnena“. “Ora, do ponto de vista teórico, elucida o Prof. Ernesto Bozzzano, é altamente sugestiva esta substituição de palavras, uma vez que ninguém a tinha em mente”.

Mas, de onde teria Teresa Neumann tirado a inesperada e correta palavra: “Asche”? Os orientalistas não chegaram, a respeito, a nenhuma conclusão.

De outra feita, estando a seu lado o Dr. Wutz, notável orientalista, a registrar as palavras que ia proferindo, ouviu-a pronunciar uma frase araméia que não lhe pareceu correta. Observou, então, à estigmatizada: “Teresa isto não é possível. As palavras que disseste não são aramaico”.

Respondeu ela: “Repeti as palavras que me disseram”. Perplexo e duvidoso, regressando a casa, aquele erudito pesquisador apressou-se em consultar documentos aramaicos; e, num dos mais antigos dicionários desse idioma deparou com uma frase idêntica à que a jovem pronunciara. Teresa Neumann, na verdade, falava o mais puro e autêntico aramaico, fato que seria ratificado por esse Professor de Teologia Semítica na Universidade de Yale.

Finalmente, o Prof. Emesto Bozzano levanta a seguinte questão: admitindo-se que Teresa Neumann se achasse realmente em comunicação com o Mundo Espiritual, quem era a entidade que lhe transmitia, em língua aramaica, as frases da “Paixão de Jesus?” A vidente percebia junto dela Santa Teresa, isto é, a santa cujo nome lhe fora dado; mas, as palavras em aramaico, que eram, de sua parte, repetidas foneticamente, ela as aprendia por clariaudiência, e não se sabe se declarou, alguma vez, quem era a entidade que lhas transmitia.

O certo é que muitos dos que estudaram, de perto, o fenômeno retiraram-se convencidos de que a estigmatizada se achava em comunicação com uma personagem que não só viveu ao tempo de Jesus, como foi testemunha de sua Paixão.”

Comentamos:

Essa criatura deveria sofrer horrivelmente, quando era estigmatizada.

 


Pedimos vênia à Diretoria da FEB para transcrever alguns lances do primoroso livro do escritor, Carlos Bernardo Loureiro “As Mulheres Médiuns”, tendo em vista sua importância literária, que nos mostra o sacrifício de algumas médiuns, de valor incontestável, na época em que o Espiritismo começava a lançar raízes no mundo em que vivemos.

 

Fonte: Em Prol da Mediunidade

Pequena História do Espiritismo de Henrique Magalhães



 

 

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