Natal das Crianças nas Creches Isabel “a Redentora” e Marieta Navarro Gaio

Natal das Crianças nas Creches Isabel “a Redentora” e Marieta Navarro Gaio

Divulgação CMP Por (Eni) Com muitas brincadeiras, músicas, danças e presentes as crianças  das Creches Isabel  “a Redentora”  de Teresópolis e Marieta Navarro Gaio sediada em Rio de Janeiro, foram contempladas Continue lendo >>>

Natal das Crianças nas Creches Isabel “a Redentora” e Marieta Navarro Gaio

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Creches realizam festa de encerramento do ano letivo na Casa da Mãe Pobre

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Por (Eni)    Com o apoio da Casa da Mãe Pobre, as creches da Instituição Maria de Nazareth realizaram na tarde do dia 8 de dezembro (sábado),  a festa Continue lendo >>>

Creches da Casa da Mãe Pobre comemoram o dia das crianças

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Creche Marieta Navarro Gayo e  Creche Isabel a Redentora, promovem festa em homenagem às crianças. Por (Eni) Num clima bastante animado e descontraído, as Creches Marieta Navarro Gayo e Continue lendo >>>

Alunos do Instituto Stella Almeida – ISA, realizam importante visita  a CMP  e fazem doações

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Por (Eni) Alem  das relevantes doações que são importantes na nossa rotina diária, demonstraram enorme amor e carinho  para nossos idosos e crianças assistidas em nossas instituições. Os alunos Continue lendo >>>

 

Remontando às Origens – parte I


 


Capítulo VIII

ernesto Bozanno

Reprodução Web

Já relatamos as reuniões de 12 médiuns, levadas a efeito pelos discípulos de Jesus, nos primórdios do Cristianismo, bem assim dos profetas da antiguidade.

Para continuarmos a transmitir notícias sobre o momentoso assunto, aos prováveis leitores, vamo-nos servir do livro de Ernesto Bozzano “O Espiritismo e as Manifestações Supranormais. Breve História dos Raps”, da Editora “O Clarim”, de Matão, Estado de São Paulo, a quem pedimos vênia para transcrever  alguns tópicos sobre os médiuns Jonathan Koons e seus filhos e o Dr.  J. Larkin, sua esposa e uma auxiliar.

Recomendamos aos leitores, a leitura desta monumental obra de Bozzano, que relata as origens do Espiritismo, bem como parabenizamos a Editora pelo seu belo trabalho.

“Neste domínio – escreve Bozzano – com efeito, bem poucos pesquisadores se dão conta da necessidade de remontar. de tempos em tempos, às origens, comparando os resultados de hoje, com aqueles a que chegaram os primeiros investigadores. E esta negligência não é apenas lastimável, quanto aos que muito trabalharam e sofreram pela causa da verdade; ela é mais deplorável ainda porque prejudica a evolução normal das doutrinas metapsíquicas.

Com efeito, nota-se muitas vezes que algumas das conclusões mais importantes a que chegamos em nossos dias, e que parecem o resultado do nosso saber, já tinham sido alcançadas por nossos bravos pioneiros de há setenta anos. Da mesma maneira encontram-se freqüentemente, nas atas de suas experiências, tentativas cheias de interesse e de originalidade dignas, realmente, de serem tiradas do esquecimento para que se possa renovar-lhes a aplicação.

Pensei então em fazer uma exposição crítica das pesquisas experimentais, executadas em alguns dos numerosos “círculos” que se sucederam nos primeiros dez anos do movimento espiritista, começando pelo “círculo” de Jonathan Koons, um homem que recebeu a paga do seu devotamento admirável ao serviço da nova Ciência da Alma, com a sua própria ruína moral e financeira, o que constitui o destino de tantos precursores.

Creio útil indicar que as citações e os resumos das atas, que aparecem neste trabalho, foram tirados, na maior parte, da interessante obra histórica de Emma Hardinge-Britten, “Moodern American Spiritualism” (1870) de um ano muito raro da revista “The Spiritual Telegraph” (1853). E, em pequena parte, também do livro do professor Robert Hare “Experimental Investigations” (1853), bem como do primoroso volume da obra de Frank Podmore “Modern Spiritualism” (1902).”

Jonathan Koons

“Era proprietário de uma modesta, mas próspera granja, situada num distrito montanhoso do Condado de Athens, no Ohio, a 72 milhas de Columbus, a capital do Estado. Era pai de oito filhos e, até o começo do ano de 1852, a sua tranqüila existência decorrera absorvida, inteiramente pelos seus deveres de pai e pelos cuidados da sua granja. No ponto de vista de religião, a sua mentalidade, essencialmente submetida à razão, se tinha revoltado cedo contra a imposição, pela fé, de certos dogmas ultrapassados e absurdos e, oscilando de uma revolta a outra, caíra finalmente em um ateísmo absoluto.”

Sua inteligência estava muito além da dos seus conterrâneos, inclusive os chamados pastores, os quais aceitavam todos os erros que os homens, através os tempos, enxertaram na religião de Jesus Cristo.

“Entrementes, as famosas manifestações mediúnicas de Hydesville se tinham produzido graças à mediunidade das Irmãs Fox e várias famílias dos arredores haviam organizado “círculos de experimentação” com o fim de obter manifestações análogas.

Uma família amiga de Koons havia tentado, por sua vez, a empresa, com bons resultados e, certa noite, Koons deixou-se arrastar a uma dessas sessões. As manifestações às quais assistiu não foram de grande importância. mas ele voltou a casa com a convicção de que as batidas (raps). de natureza inteligente, que ouvira, não eram obra da ingênua mocinha que desempenhava a função de médium.

Convidado para ir a outros “círculos”, ficou surpreso, ao ouvir repetir por todas as personagens mediúnicas que ele,  Koons, possuía faculdades mediúnicas. Certa vez ouviu mesmo declarar, sem rebuços, que ele era o médium mais de sua época, que um de seus filhos que um de seus filhos também era médium e que todos os membros da sua família eram sensitivos. Constituiriam excelentes  elementos para as manifestações espíritas.

O bondoso granjeiro acolheu a espantosa notícia com uma explosão de riso, mas se deixou convencer a tentar a prova da sua mediunidade, formando um grupo familiar.

A experiência teve um êxito de modo a autorizar toda a esperança, e mais do que isto, de acordo com as declarações das entidades comunicantes, verificou-se que um dos filhos de Koons, chamado Nahum, de 18 anos de idade, caía em transe, escrevia automaticamente e falava por inspiração.

Eis em que termos se exprimiu o próprio Jonathan Koons, a respeito das suas primeiras experiências:

“Obtivemos as manifestações mais notáveis e de maior força que se produziram em todo o distrito, apesar do que, no que me dizia respeito, não chegava a convencer-me de que essas manifestações eram obras de “espíritos desencarnados “, continuando a atribuí-las à “eletricidade” e à “biologia”. Não podia adaptar-me à ideia da sobrevivência da alma.

Reconhecia que certas manifestações eram maravilhosas. admitia não poder explicá-las,concordava em que entre elas havia algumas muito belas e elevadas, mas permanecia, assim mesmo, atormentado pelas dúvidas, e seguia céptico, ao passo que a minha família e os meus amigos se pasmavam, ao contrário, de admiração, diante das comunicações angélicas que havíamos obtido.

Certo dia, finalmente, por meio da mediunidade de meu filho, as personalidades mediúnicas me disseram para construir, no jardim, um quarto de madeira, destinado exclusivamente às experiências, assim como uma mesa especial, tudo conforme planos e desenhos que me forneceriam.

Depois disso eu poderia obter todas as provas que desejava, de modo a convencer centenas de pessoas, cépticas como eu, a respeito da existência e da sobrevivência da alma.

Decidido a ir ao fundo do mistério, pus-me à obra e construí, no jardim, uma sólida cabana de madeira, assim como a mesa, seguindo escrupulosamente os planos fornecidos. Depois disso, sempre conforme as instruções recebidas, coloquei papel e lápis sobre a mesa, fechei à chave o quarto, cuja porta selei, depois do que me pus em guarda diante dela.

Decorrido o tempo fixado, abri-a e entrei, quando então achei as folhas de papel cheias de uma longa mensagem a mim dirigida e que continha ensinos, conselhos, promessas encorajadoras, censuras amáveis ao meu cepticismo e ainda provas íntimas e eloqüentes que demonstravam que essa mensagem provinha de uma inteligência espiritual sábia e elevada.

Prossegui, durante várias semanas, nessas experiências, reunindo um número considerável de comunicações obtidas no silêncio e no mistério de “meu quarto espírita “, sem a menor  possibilidade de qualquer intervenção humana. Não é, pois, de surpreender que o meu inveterado cepticismo desaparecesse pouco a pouco e que as minhas perplexidades houvessem acabado por se transformar na certeza inabalável de que me achava nas mãos de uma poderosa falange de entidades espirituais sábias poderosas e elevadas. Certo dia; os “invisíveis” ditaram uma lista de instrumentos de música, outros artigos que eu deveria, procurar para colocar no quarto de acordo com as instruções que me seriam dadas … “

É preciso acrescentar  – continua Bozzano – que o fenômeno da “escrita direta”, do qual se pôde ler a descrição, tornou-se, em seguida, o mais habitual nesse Círculo de experimentadores e que a maior parte do tempo, quando ele se produzia, todas as pessoas podiam observar a mão espiritual fosforescente, que grafava a mensagem com prodigiosa rapidez.

Adicionarei para a história que, nos anais das manifestações mediúnicas, era a segunda vez que se obtinha o fenômeno da “escrita direta”.

Esse fenômeno já se tinha verificado pela primeira vez, em plena luz, em 1850, na casa do Honorável James F. Simmons, Senador dos Estados Unidos da América, para o Distrito de Rhode Island.

Antes de prosseguir na exposição das outras manifestações obtidas no “círculo” de Koons, preciso dizer uma palavra sobre a natureza das personalidades ‘mediúnicas graças às quais elas se produziram, explicações fornecidas por elas próprias relativamente ‘as condições em que se produzíamos fenômenos e as posteriores instruções dadas para facilitar-lhes a realização.

Os “espíritos-guias” que se manifestavam nas experiências de Koons, diziam ter vivido milhares de anos antes da época assinalada na história pela lenda de Adão e Eva; faziam-se chamar pelo nome genérico de Reis (Kings), porque se achavam na direção de diversas hierarquias espirituais. Acrescentaram que haviam recebido a missão de encaminhar os homens para a demonstração experimental da existência e da sobrevivência da alma. Disseram ainda que, levando em conta a falta de preparo espiritual dos homens, não viam outro meio para atingir o seu fim senão o de ferir antes a sua imaginação por meio de fenômenos psíquicos diversos e potentes e que, com esse propósito, haviam reunido falanges de espíritos inferiores, muito materializados e atraídos pelo mundo dos vivos, porque só eles estavam em condições de manipular os fluídos que se desprendiam dos médiuns, empregando-os na produção dos fenômenos, sob a direção e a vigilância de espíritos superiores.”

Continuando em seus esclarecimentos Bozzano informa:

“Observarei aqui que o chefe dessas falanges de espíritos inferiores disse ter vivido na Inglaterra, no tempo de Carlos II, de ter sido um famoso corsário de sobrenome Morgan e falecido como cavaleiro da Coroa Inglesa e Governador da Jamaica.

Nas experiências de Koons, tomara o nome de “John King”. Teria sido o mesmo que se manifestou mais tarde pela médium Srtª Plorence Cook, declarando-se pai de “Katie King”. (O valoroso espírito que durante três anos se apresentava materializado ao cientista William Crookes.)

Os “espíritos-guias” forneceram a Koons, além disso, as instruções necessárias para a construção de uma “máquina espírita”, com o fim de detectar e localizar a aura magnética dos médiuns e assistentes, aura indispensável para a produção das manifestações espíritas.”

 



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Fonte: Em Prol da Mediunidade

Pequena História do Espiritismo de Henrique Magalhães

 



 

 

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