Natal das Crianças nas Creches Isabel “a Redentora” e Marieta Navarro Gaio

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Divulgação CMP Por (Eni) Com muitas brincadeiras, músicas, danças e presentes as crianças  das Creches Isabel  “a Redentora”  de Teresópolis e Marieta Navarro Gaio sediada em Rio de Janeiro, foram contempladas Continue lendo >>>

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Creches realizam festa de encerramento do ano letivo na Casa da Mãe Pobre

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Creches da Casa da Mãe Pobre comemoram o dia das crianças

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Alunos do Instituto Stella Almeida – ISA, realizam importante visita  a CMP  e fazem doações

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Ponto alto

emmanuel

                Reprodução Web


 


Vez por outra viajamos a Caratinga, bonita cidade mineira, encravada entre várias fazendas, onde nos prendem laços de fraternal amizade. Foi naquele local, no Centro Espírita Dias da Cruz, que nos curamos de pertinaz enfermidade na coluna dorsal, possivelmente em 1972. Naquela época assistiam aos trabalhos de materialização não só os enfermos, mas também seus acompanhantes.

Na reunião em questão, aguardavam os cuidados médicos cerca de 25 pessoas entre homens, mulheres e crianças, portando enfermidades diversas. Os trabalhos de operações e tratamento eram levados a efeito por médicos desencarnados, materializados. O chefe do maravilhoso grupo de irmãos do espaço era o Dr. Joseph Cleber, e tinha como auxiliares o Dr. Dias da Cruz, Palminha, José Grosso, Sheila e outros médicos, todos da espiritualidade.

De longe em longe, também se materializavam o Dr. Bezerra de Menezes, Humberto de Campos, André Luiz e Emmanuel, a legendária criatura.

Na reunião a que nos reportamos, que começou às l9 horas, em certo momento houve grande alvoroço. E que o Espírito de nome Palminha, muito brincalhão em quase todas as reuniões, veio para o meio do salão, perfeitamente materializado, e brincava com os pacientes da Terra. E para provar que suas mãos estavam revestidas de material compacto, embora ele pertencesse ao outro mundo, batia uma de suas mãos espalmadas no peito de alguns dos irmãos encarnados. Estes achavam graça e davam gostosas gargalhadas!

É preciso esclarecer que todos os que estavam presentes escutavam as batidas fortes da mão do Palminha, no peito de nossos irmãos da Terra. Parece-nos que o Palminha fazia a brincadeira premeditadamente, para provar que as materializações dos irmãos da espiritualidade revestiam-se de matéria sólida. 

Estava o salão em alvoroço, com o Palminha no meio dos presentes, fazendo essas brincadeiras, quando nos enviaram à cabine, local onde os Espíritos materializados trabalhavam.

Justamente quando estávamos deitado de barriga para baixo em cima da mesa, onde eram feitos os tratamentos e as operações, sentimos que alguém passava uma das mãos ao longo da nossa coluna dorsal.

Como estávamos em tratamento da coluna, pensamos que fosse o irmão Joseph, médico desencarnado, que iria começar o tratamento. Mas não era, como vamos ver.

Naquele justo momento fez-se silêncio completo em todo o salão. E o Espírito que estava com uma das mãos em cima das nossas costas começou a falar nestes termos:

“Meus irmãos, de passagem por esta cidade, pedi licença ao Irmão Joseph para homenagear a “Casa da Mãe Pobre”, na pessoa do nosso irmão Magalhães. A Casa da Fraternidade que atende a uma multidão de parturientes e crianças desvalidas!” E continuou a falar no mesmo diapasão, repetindo mais uma vez: “A Casa da Fraternidade”

 

A voz era completamente diferente da do irmão Joseph, sendo de notar que este falava português com sotaque de alemão, e o outro irmão, que acabava de falar, possuía voz grossa e cheia, dando um português puro e claro.

De repente todos no salão começaram a comentar: “E Humberto de Campos”, outros diziam: “E André Luiz”, enquanto outros afirmavam: “E Bezerra de Menezes”.

Então, o Espírito comunicante, com voz forte e inconfundível, dominou o ambiente, esclarecendo:

EMMANUEL.

Um “OH!” de espanto perpassou pelo salão, pois ninguém se lembrou ou esperava que Emmanuel, o elevado Guia de Chico Xavier se materializasse naquele recinto. E ainda mais: para homenagear a humilde “Casa da Mãe Pobre”.

Foi um dos maiores ou talvez o maior momento de alegria que jamais esqueceremos.

No final da reunião, o Presidente daquele admirável Grupo Espírita, Sr. Manoel Ribeiro, desabafou a plenos pulmões: “Foi um caso inédito, meus irmãos. Jamais alguém ou alguma Instituição foi homenageada dessa forma!”

Uma alegria total se apossou de todos os corações.

E assim terminou aquela memorável reunião de materialização e tratamento.

Deus seja louvado!


 


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CMP

 

Fonte: Livro Casa da Mãe Pobre 50 anos de amor de Henrique Magalhães

 



 

 

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