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Casa da Mãe Pobre

"Fora da caridade não há salvação, estão encerrados os destinos dos homens, na Terra e no céu; na Terra, porque á sombra desse estandarte eles viverão em paz; no céu, porque os que a houverem praticado acharão graças diante do Senhor".
Saulo de Tarso »

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Casa da Mãe Pobre

"Fora da caridade não há salvação, estão encerrados os destinos dos homens, na Terra e no céu; na Terra, porque á sombra desse estandarte eles viverão em paz; no céu, porque os que a houverem praticado acharão graças diante do Senhor".
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Casa da Mãe Pobre

"Fora da caridade não há salvação, estão encerrados os destinos dos homens, na Terra e no céu; na Terra, porque á sombra desse estandarte eles viverão em paz; no céu, porque os que a houverem praticado acharão graças diante do Senhor".
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Casa da Mãe Pobre

"Fora da caridade não há salvação, estão encerrados os destinos dos homens, na Terra e no céu; na Terra, porque á sombra desse estandarte eles viverão em paz; no céu, porque os que a houverem praticado acharão graças diante do Senhor".
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Casa da Mãe Pobre

"Fora da caridade não há salvação, estão encerrados os destinos dos homens, na Terra e no céu; na Terra, porque á sombra desse estandarte eles viverão em paz; no céu, porque os que a houverem praticado acharão graças diante do Senhor".
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Francisco Peixoto Lins – parte IV


CAPÍTULO XXVI


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Reprodução Web
Confederação Espírita Argentina

O peso de cada pessoa, na entrada, assim como na saída, era anotado em livro próprio, proporcionando-nos meios de verificar as perdas e ganhos de peso de ambos os grupos. Regra geral, os enfermos aumentavam de peso e os cooperadores perdiam, mas na semana seguinte, os perdedores já tinham voltado ao seu peso normal. 

Essa verificação auxiliava os médicos da espiritualidade a controlar o resultado do tratamento, possibilitando-lhes meios de continuá-lo ou modificá-lo. 

Toda a assistência era oferecida a título gracioso, outros auxílios aos enfermos eram efetuados pelo Grupo Assistencial.

Francisco Peixoto Lins – parte III


Capítulo XXVI


peixotinho3

Reprodução Web
Francisco Peixoto Lins (Peixotinho)

A Desencarnação de Peixotinho

Abaixo, segue artigo publicado no “Reformador”, Revista da Federação Espírita Brasileira, número de agosto de 1966 (pág. 102 à 104), e pedimos vênia as ilustree e operosa direção para transcrevê-lo, no trabalho que estamos realizando:
“No dia 16 de junho de 1966, na Cidade de Campos, Estado do Rio de Janeiro, deixava o corpo físico, e desta vez definitivamente, o famoso e evange1izado médium espírita Peixotinho.

A Federação Espírita Brasileira, o Conselho Superior da FEB e o Conselho Federativo Nacional se fizeram representar pelos confrades Paulo Affonso de Farias, José Salomão Mirashy e Abelardo Idalgo Magalhães,  respectivamente.
Ao sepultamento acorreram centenas e centenas de confrades dos mais diversos pontos do País.

Francisco Peixoto Lins – parte II


Capítulo XXVI


aluiz-jgrosso

Reprodução Web
André Luiz e José Grosso

 

Um Caso Pitoresco

“Peixotinho foi transferido para o Rio de Janeiro. E, lá, passou a colaborar com um grupo de espíritas que se reuniam em instalações de um escritório comercial, à Rua Moncorvo Filho (sede provisória do então recém fundado Grupo Espírita André Luiz). O escritório pertencia ao confrade espírita Jacques Aboad. Ali igualmente começaram as primeiras materializações no Rio, sempre com muitas curas. E a notícia corria mundo.

Certo dia, estando ele, Peixotinho, no quartel, em serviço, foi acometido de fortíssima crise de asma. Solícito, um colega de trabalho dele se aproximou e indicou o endereço da Moncorvo Filho. Curas milagrosas estariam ali se registrando. Por que não recorrer à ajuda dos Espíritos?

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