Arigó o famoso e grande Médium – parte II


Capítulo XXXI


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Reprodução Web
José Arigó

Se o Dr. Puharich não tivesse guardado o lipoma dentro de um frasco, seus colegas americanos poderiam desconfiar de algum “truque” de prestidigitação.

Esses nossos companheiros pensaram em apresentar o caso à “chamada ciência oficial”. Após trocarem idéias sobre o assunto, desistiram, sob a alegação de que: “espírito pressupõe o Espiritismo e os cientistas têm ojeriza ao Espiritismo”.

Talvez tenhamos de percorrer algumas centenas de anos, para que as chamadas ciências oficiais se rendam a essa verdade.

Depois passaram a filmes mais antigos sobre as façanhas de Arigó. Num deles, em poucos segundos, uma catarata foi removida, estando o enfermo consciente e sem vacilações.
Em outro, um grande abscesso foi extirpado das costas de um homem, praticamente sem derramamento de sangue.”

Arigó o famoso e grande Médium


Capítulo XXXI


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Reprodução Web
Arigó

Nossos comentários, em tomo do livro do escritor norte-americano John G. Fuller, a respeito de Arigó, o famoso médium de Congonhas do Campo, Estado de Minas Gerais, a quem pedimos vênia para transcrever.

Começa ele descrevendo a chegada, ao Rio de Janeiro, do médico americano Dr. Henry Andrija Puharich, profundo pesquisador de assuntos psíquicos, o qual tem viajado a vários países, na sua ânsia de descobrir a Verdade.

Haverá mesmo a Alma?! …
“É a pergunta que fazem os materialistas que têm olhos, mas não vêem. Porque a alma está incrustada no perispírito, ou seja, o segundo corpo, semi-rnaterial, que viceja na Terra conjuntamente com o corpo material.

E o Dr. Puharich era um materialista ferrenho.

General Antônio Leite de Araújo Filho


Capítulo XXX


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Foto: Acervo CMP

Pedimos vênia à Editora Fraternidade Espírita Francisco Peixoto Lins, para transcrever depoimentos da esposa do nosso querido irmão General Antônio Leite – Dona Maria José –   do Livro “Materialização do Amor”, de Humberto Vasconcelos, pág. 29 à 32, conforme abaixo:

A Mãe e os Filhos

“Pois é, tudo começou numa sessão de nosso Peixotinho. Foi no Rio de Janeiro, onde Leite, (esposo de Dª Maria José), então oficial novo, estava servindo.

Éramos felizes, mas não tínhamos filhos. Casados, já havia cinco anos, não aceitávamos a inexistência dos rebentos.

Os recursos materiais, já tinham sido esgotados. Não havia mais a quem recorrer. Até que nos foi dada a oportunidade de uma consulta espiritual. Da consulta à reunião de tratamento.

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