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Casa da Mãe Pobre

"Fora da caridade não há salvação, estão encerrados os destinos dos homens, na Terra e no céu; na Terra, porque á sombra desse estandarte eles viverão em paz; no céu, porque os que a houverem praticado acharão graças diante do Senhor".
Saulo de Tarso »

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Casa da Mãe Pobre

"Fora da caridade não há salvação, estão encerrados os destinos dos homens, na Terra e no céu; na Terra, porque á sombra desse estandarte eles viverão em paz; no céu, porque os que a houverem praticado acharão graças diante do Senhor".
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Casa da Mãe Pobre

"Fora da caridade não há salvação, estão encerrados os destinos dos homens, na Terra e no céu; na Terra, porque á sombra desse estandarte eles viverão em paz; no céu, porque os que a houverem praticado acharão graças diante do Senhor".
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Casa da Mãe Pobre

"Fora da caridade não há salvação, estão encerrados os destinos dos homens, na Terra e no céu; na Terra, porque á sombra desse estandarte eles viverão em paz; no céu, porque os que a houverem praticado acharão graças diante do Senhor".
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Casa da Mãe Pobre

"Fora da caridade não há salvação, estão encerrados os destinos dos homens, na Terra e no céu; na Terra, porque á sombra desse estandarte eles viverão em paz; no céu, porque os que a houverem praticado acharão graças diante do Senhor".
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Divaldo Pereira Franco


Capítulo XXXIV


divaldo

Reprodução Web
Divaldo Pereira Franco

O primeiro artigo extraído da Revista “SEI” – de 01.08.92, transcrito por Dona Ana Maria S. Luiz, sobre o nascimento de Divaldo Pereira Franco, é maravilhoso e serve de lição para os cônjuges da atualidade. Destacamos os seguintes dados:

“Não, Doutor! Matar? Nunca!”

“Mãe de doze filhos, já beirando a terceira idade, Dona Anna era uma dona de casa como as que ainda hoje se encontram com a maior facilidade neste nosso Brasil imenso. Morava em Feira de Santana, lá no interior da Bahia. Analfabeta, devota do Senhor Jesus, acordou certa manhã sentindo necessidade de procurar o único médico que, naquele tempo, havia lá, naquelas bandas. Homem bondoso, exercia a Medicina com a mais absoluta seriedade. Acanhada, entrou no modesto consultório e disse iniciando a consulta:

Francisco Cândido Xavier – parte IV

c.xavier-2

Foto: Acervo CMP
Distribuição de alimentos, por Francisco Cândido Xavier, em Uberaba, MG


Capítulo XXXIII


Ao que o Chico me respondeu não lhe ser possível levar a efeito tal declaração, devido a que os chefes da “trama”, tinham conseguido a cumplicidade de alguém, que ele, Chico, não queria melindrar recomendações de Jesus Cristo a Pedro, o seu discípulo, de que perdoássemos as ofensas, “não apenas por sete vezes, mas sim, por setenta vezes sete vezes”.

“E foi assim que lhe perdoei, disse o Chico, mas, para eu sair pela tangente, só me restava uma estrada, e foi essa que escolhi.”

Transferência para Uberaba e o Chico continuou:

Francisco Cândido Xavier – parte III


Capítulo XXXIII


emmanuel

Desenho do Espírito Emmanuel
Foto: Acervo CMP

Atendeu-me uma senhora modesta, informando que Chico seguiria para o Grupo Espírita meia hora depois.

O Chico recebeu-me de braços abertos, pois eu levava uma recomendação do Sr. Manoel Quintão, Vice-Presidente da FEB, naquela época, seu grande arrugo.
O local era pequena e humilde casa, com pequeno salão, coberto de telha e piso de terra batida.

Anos após, construíram um amplo salão, mais apropriado, para substituir o pequenino. Bem assim pequeno hotel para atender aos visitantes de outras terras,que em número crescente iam tomar parte nas reuniões espíritas.

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