1 - Henrique Magalhães fundador da Casa da Mãe Pobre

1 - Henrique Magalhães fundador da Casa da Mãe Pobre

“Compreendi o quanto estava distanciado de Jesus e de Deus, aprisionado no egoísmo…” (Henrique Magalhães) Continue Lendo »

2 - Alan Kardec

2 - Alan Kardec

\\\"Você receberá, de retorno, tudo o que der aos outros, segundo a lei que nos rege os destinos.\\\" Allan Kardec Continue Lendo »

3 - Emmanuel e Chico Xavier

3 - Emmanuel e Chico Xavier

\\\"A humildade não está na pobreza, não está na indigência, na penúria, na necessidade, na nudez e nem na fome. A humildade está na pessoa que tendo o direito de reclamar, julgar, reprovar e tomar qualquer atitude compreensível no brio pessoal, apenas abençoa.\\\" (Emmanuel e Chico Xavier) Continue Lendo »

4 - Bezerra de Menezes e Divaldo Franco

4 - Bezerra de Menezes e Divaldo Franco

\\\"Solidários, seremos união. Separados uns dos outros seremos pontos de vista. Juntos, alcançaremos a realização de nossos propósitos.\\\" (Bezerra de Menezes e Divaldo Franco) Continue Lendo »

5 - Joanna de Ângelis

5 - Joanna de Ângelis

\\\"A bondade é um pequeno esforço do dever de retribuir com alegria todas as dádivas que o homem frui, sem dar-se conta, sem nenhum esforço, por automatismo - como o sol, a lua e as estrelas, o firmamento, o ar, as paisagens, a água, os vegetais, os animais...\\\" (Joanna de Ângelis) Continue Lendo »

 

A menina abandonada num caixote

menina-abandonada

                          Reprodução Web


 


Alguém, na favela do Jacarezinho, RJ., abandonou uma criança do sexo feminino próximo à saída para a rua. Uma pessoa anônima comunicou o fato a uma patrulha da polícia e esta levou a criança, ainda com o cordão umbilical, para a delegacia. O Delegado, atrapalhado com o caso, lembrou-se de telefonar para a “Casa da Mãe Pobre”, solicitando-lhe o auxílio. Daí a momentos recebeu a resposta: – “Enviem a criança para a Instituição. Ficará sob a nossa responsabilidade.’

A menina era loura e sua pele enrugada dava-lhe a aparência de uma velhinha.

Cura singular

cura

Reprodução Web


 


Tínhamos adquirido o imóvel da Rua Ibituruna, 81. Para fazermos propaganda da Instituição e angariar algum dinheirinho, organizamos quatro festas no local durante o mês de novembro de 1951. Um grupo de companheiros nos secundava nesse trabalho. Entre eles se encontrava a senhorita Luzia e seu irmão João Cláudio. No último dia das festividades nenhum dos dois compareceu.

Estranhando o ocorrido, telefonamos na segunda-feira para a senhorita Luzia.

Informou-nos que naquele dia seu irmão amanhecera muito doente. No decorrer do diálogo, disse-nos que durante ligeira madorna o enfermo tinha-nos visto ao seu lado e que lhe teríamos asseverado que ele não ia falecer.

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