Semana do Folclore na Creche Marieta Navarro Gayo

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Por  (Eni) O nosso país, é dono de uma riqueza cultural incomparável, graças à mistura entre diferentes etnias dos mais variados povos e culturas. O folclore brasileiro é bem Continue lendo >>>

Viva São Pedro e viva São João na Creche Marieta Navarro Gayo

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Por (Eni) A festa junina é uma tradição e faz parte da cultura escolar, anima e promove a socialização entre crianças, famílias e professores. Os 75 alunos da creche Marieta Continue lendo >>>

Viva São João e viva São Pedro na Creche Isabel a Redentora

Viva São João e viva São Pedro na Creche Isabel a Redentora

Por (Eni) Neste clima  de muita descontração, alegria e animação, que as criancinhas  da Creche Isabel a Redentora realizou o Arraiá de São João no ultimo dia 27. “Festas Continue lendo >>>

Natal das Crianças nas Creches Isabel “a Redentora” e Marieta Navarro Gaio

Natal das Crianças nas Creches Isabel “a Redentora” e Marieta Navarro Gaio

Divulgação CMP Por (Eni) Com muitas brincadeiras, músicas, danças e presentes as crianças  das Creches Isabel  “a Redentora”  de Teresópolis e Marieta Navarro Gaio sediada em Rio de Janeiro, foram contempladas Continue lendo >>>

Natal das Crianças nas Creches Isabel “a Redentora” e Marieta Navarro Gaio

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O Espiritismo no Rio de Janeiro


 



palácio-catete

  Reprodução Web
Palácio do Catete

Capítulo II

Para nos facilitar a tarefa, começaremos por pedir vênia à FEB, para reproduzir trechos do muito bem feito artigo estampado em “Reformador”, de novembro/95, às páginas. 30 e 31, dedicado ao centenário do nascimento do saudoso irmão Antônio Wantuil de Freitas, que presidiu a Federação Espírita Brasileira, de 1943 até 22 de agosto de 1970, com resultados prodigiosos. Desse maravilhoso artigo destacamos o seguinte:

“Em 13 de junho de 1939, ele, sozinho, defendeu o Espiritismo na Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro, da qual era sócio, contra acirrada campanha movida por alguns dos seus membros, que até dirigiram moções de desagrado ao Presidente da República e ao Ministro da Justiça. O acontecido foi amplamente noticiado por importante jornais da época, que elogiaram a atitude desasombrada daquele ousado desconhecido.

Outro fato que repercutiu na imprensa de então, e demonstrou uma vez mais a coragem, o destemor, a impavidez do Presidente Wantuil, passou-se no Governo de Getúlio Vargas, entre 1941 e 1945. Recrudescia, nesses anos, mediante

Portarias do Chefe de Polícia, um clima de cerceamento, de perseguição às Sociedades Espíritas, inclusive com o fechamento, no Rio de Janeiro, de todas elas (também a Federação Espírita Brasileira), tendo sido criado até mesmo um cadastro policial para o fichamento dos dirigentes espíritas. “

Comentamos:

Também eu fui obrigado a comparecer, duas vezes, à Polícia Central, para “grudar” os 10 ( dez) dedos no papel, em cada vez que lá compareci, pelo fato de fazer parte da Diretoria de dois Centros Espíritas.

E continua o artigo:

“Tais absurdos levaram uma comissão febiana, em março de 1945, à presença do Chefe de Polícia, Ministro João Alberto. Wantuil foi o porta-voz intimorato na defesa dos direitos do Espiritismo, conseguindo derrubar as infelizes Portarias que impediam às Instituições Espíritas o direito de se organizarem e funcionar livremente, como a Constituição prescrevia. Antes disso, certa feita, Wantuil teve de comparecer ao Ministério da Justiça, onde seria interrogado por um verdadeiro tribunal, composto de um General, de um Almirante e do próprio Ministro. Ele não se intimidou. Falou o que tinha para falar e, em dado momento, se não fora a intervenção conciliatória do Ministro, Wantuil seria preso pelo Almirante. (“Reformador”, 1948 – pág. 191).

Entretanto, ainda pendiam sobre a cabeça dos espíritas os artigos 282 e 284 do Código Penal, podendo ser aplicados a qualquer hora e a bel-prazer das autoridades públicas. Wantuil não aceitava isso. e, a 16 de julho de 1945, estava frente a frente com o Presidente da República, Getúlio Vargas, em audiência, no Palácio do Catete. Da conversa que manteve, sanadas as incompreensões, resultou um clima menos inflexível para com os adeptos do Espiritismo e, se fora a deposição de Getulio, em outubro de 1945, talvez caíssem por terra os tais famigerados artigos do Código Penal. “

Comentamos:

Proibição de “Passes Espirituais”: os artigos da Constituição de nº 282 e 284, acima mencionados, proibiam os passes, chegando ao cúmulo de proibir a movimentação dos braços, sob pena de prisão. Essa Lei foi elaborada pelo Juiz Nelson Hungria, homem correto, mas profundamente católico.

Atualmente, toda e qualquer criatura começa a estudar o Espiritismo e o aceita ou repele, sem maiores consequências; porém, naquela época, era uma verdadeira temeridade, e mais ainda revelar as verdades espíritas.

Em todas as épocas, os cultivadores da liberdade e do livre pensamento, sofreram a perseguição das autoridades constituídas, as quais, em sua maioria, eram criaturas que ignoravam as Leis Divinas.

Uma dessas vítimas foi Sócrates (I)

(l) Sócrates. o Grande Filósofo. também era médium e foi condenado à morte pelos dirigentes da Grécia Antiga, naquele longínquo passado, por ensinar aos seus alunos o que atualmente denominamos Democracia.


 


 

 

Fonte: Em Prol da Mediunidade

Pequena História do Espiritismo de Henrique Magalhães

 



 

 

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