Semana do Folclore na Creche Marieta Navarro Gayo

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Viva São Pedro e viva São João na Creche Marieta Navarro Gayo

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Viva São João e viva São Pedro na Creche Isabel a Redentora

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Natal das Crianças nas Creches Isabel “a Redentora” e Marieta Navarro Gaio

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Divulgação CMP Por (Eni) Com muitas brincadeiras, músicas, danças e presentes as crianças  das Creches Isabel  “a Redentora”  de Teresópolis e Marieta Navarro Gaio sediada em Rio de Janeiro, foram contempladas Continue lendo >>>

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Nizier Anthelme Philippe, o Monsieur e Mestre Philippe de Lyon


 


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Reprodução Web
Mestre Philippe de Lyon

Místico mestre do ocultismo francês nascido em Rubathier, Loisieux, Savoie, considerado a figura mais cativante entre os grandes mestres do ocultismo do Século XIX.

Reprodução Web

Um dos cinco filhos de José e sua mãe Maria Vachod, aos 14 anos, mudou-se para Lyon para estudar. Foi recebido por um tio, o açougueiro Vachod, com o qual trabalhava para pagar seu próprio sustento.

Participou da guerra (1870) entre a França e a Prússia, mas não ficou muito tempo. Por essa época já possuía uma sala no bairro Lyonez de Perrache, onde recebia os doentes.

As pessoas que frequentavam o seu salão solicitaram ao prefeito da cidade que o liberasse do exército, para que ele pudesse dedicar-se com exclusividade e seus doentes. Foi recebido pelo prefeito e na Santa Casa de Lyon ele seguiu cursos regulares de medicina com o professor Benédict Tessier.

Os médicos e colegas ficavam admirados da frequência e dos tipos de curas que seguidamente realizava. Assim foi expulso da Escola de Medicina, acusado de praticar medicina oculta e charlatanismo.

Continuou com suas sessões de curas e demais trabalhos espirituais. Casou-se (1877) Jeanne Julie Landar, uma jovem por ele curada e que após o tratamento continuou assistindo às reuniões. NO ano seguinte, em Arbresle, a 20 quilômetros de Lyon, nasceu sua filha Jeanne Victoire, que adulta casaria com Emmanuel Lalande. Várias vezes foi acusado de exercício ilegal de medicina e em todos os processos saiu vitorioso. Sempre se mostrou tranqüilo quanto ao que lhe poderia acontecer.

Pregava a reencarnação a todos os que presenciavam suas sessões de cura e dizia que a dor presente era o resultado de dívidas contraídas com seu semelhante nesta existência ou em encarnações passadas, a lei do Carma. O sofrimento vem a ser uma maneira do homem tornar-se melhor e mais consciente da espiritualidade. Além de suas curas milagrosas, as predições que efetuava e o conhecimento do passado das pessoas, ficou marcado na memória de todos aqueles que o cercavam. E, assim, não eram somente as curas milagrosas e seus diversos atos que chamavam a atenção dos presentes, mas também seus ensinamentos.

Apesar de seus cuidados em se manter oculto, sua fama correu a França, a Itália, a Tunísia, a Rússia e muitos outros países. Apesar de seu dom de cura, nem sempre podia salvar os doentes, como ocorreu com a própria filha Victoire. Seus familiares lhe imploraram para que a curasse, mas ele afirmou que era preciso que ela partisse para preparar o terreno, pois ele próprio deveria desencarnar em breve. Sua atividade não se reduzia apenas em curar e pregar para as pessoas simples que participavam das reuniões de curas e de orações.

Ele possuía um auditório mais reduzido, composto por discípulos selecionados, onde ele explicava a Divindade do Cristo, os mistérios da vida e da morte, os dogmas sobre o Espírito Santo, a criação, sobre os anjos, e os demais espíritos, os demônios, os clichês, os mundos, a astrologia, a alma humana e a iniciação em geral. Sua filosofia não diferia da dos grandes mestres do ocultismo ocidental e seu livro texto eram os Evangelhos de Nosso Senhor Jesus Cristo.

O próprio Mestre sofreu imensamente em sua vida e a morte de sua filha (1904) causou-lhe muita tristeza. A partir de fevereiro (1905) ele não saia mais de casa, em Arbrele, e não podendo deitar-se, passava as noites em uma poltrona. Sofria de falta de ar e de dores agudas no coração. Os médicos o examinavam com freqüucia, mas não encontravam nenhuma doença. Na manhã do dia 2 de agosto (1905), levantou-se de sua poltrona, deu alguns passos dentro do quarto, caiu e morreu. Jean Chapas continuou com as reuniões na rua Tête-d´Or até sua morte (1932).

 


Fonte: Dec.ufcg.edu


 

 

Philippe de Lyon , citado no livro Em Prol da Mediunidade, Pequena História do Espiritismo de Henrique Magalhães

 

 

 

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