Médiuns Mártires


 


mediuns

                           Reprodução Web

Capítulo I

Estava me preparando para escrever um artigo a propósito do martírio de alguns médiuns, e, para essa finalidade, pedi a opinião abalizada do Guia Espiritual da reunião, o qual me atendeu prontamente, aconselhando-me a escrever, não um artigo, mas sim um livro, tão necessário para o fim em apreço.

Meditando sobre o assunto nos dias que se seguiram, lembrei-me da opinião de outra criatura de vasta expressão, o grande médium e escritor Jorge Rizzini, residente em São Paulo.

Em entrevista publicada em uma das Edições da Federação Espírita do Estado de São Paulo

– Edições FESP, a quem pedimos vênia para transcrever trecho da pág. 12, do mês de dezembro de 1987, ele expressou-se sobre a momentosa matéria, nos seguintes termos:

“Um livro que precisa ser escrito, em futuro próximo, é o que poderíamos intitular de “Médiuns Mártires”. Ele faz falta, realmente, à bibliografia espírita.

Léon Denis, com seu fulgurante talento e aguda visão doutrinária, poderia te-lo escrito, já que foi o primeiro a falar sobre o martírio dos médiuns, a começar pela intrépida Joana d’ Arc, queimada viva, pelos membros da chamada Santa Inquisição”.

 

EM PROL DA MEDIUNIDADE


E Jorge Rizzini continua:

“Há em sua monumental obra “No Invisível”, um belo capítulo a respeito desse assunto, que é como um chamamento para os modernos autores levarem adiante a idéia.”

Comentamos:

O esplêndido autor expande-se a expor o assunto. Mas ficamos por aqui.

Atendendo às duas opiniões dos estimados irmãos, o primeiro já na Espiritualidade e o segundo com vivência aqui na Terra, na Cidade de São Paulo, abalançamo-nos a levar avante os seus projetos, embora nos faltem condições adequadas a tal cometimento. Para tanto, contamos com o auxílio indispensável da Espiritualidade.


 


 

 

Fonte: Em Prol da Mediunidade

Pequena História do Espiritismo de Henrique Magalhães

 

 

 



 

 

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