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Manias da Idade… Você tem alguma?


Por Gal Rosa


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                              Reprodução

Acho muito interessante a expressão “aquela coisa de velho”. Fico refletindo o que queremos dizer com isso toda vez que algum “velho” contraria alguma regra social ou nos contraria. Até mesmo quem é mais velho pode reparar isso em outros “velhos”. Quando não há chateação entre os afetos nos referimos ao indivíduo na idade avançada como “aquela senhorinha, aquela vovó, aquele idoso…” Mas quando somos contrariados por algum deles falamos muito facilmente “uma velha fez tal coisa absurda”.

Estou aqui pensando no motivo para essa diferença na linguagem de referência ao indivíduo na idade avançada. E num primeiro momento vamos logo aceitando que em alguma hora da velhice a pessoa vai ficar chata, insensata, ansiosa e aflita e nós… vamos ter que fazer algum esforço para compreender e aceitar!

Mas será que isso é predestinado? Ficar chato e insensato tem que fazer parte da velhice? Ou podemos nos aprimorar de tal forma para exalarmos alegria, satisfação e paz em nossa idade madura?

Acredito que muita “coisa de velho” não surgirá para aqueles que conseguirem experimentar mais satisfação nesta fase.

Mas quais seriam as “coisas de velho”, afinal?

Acabei de ouvir antes de começar a escrever este texto a seguinte polêmica da secretaria de um dos lugares onde atendo: “estou querendo que você converse com aquela senhora dos cosméticos que nos conhece há tanto tempo e que está cobrando da nossa associação aquela compra de R$10,00 da semana passada que combinamos de pagar pra frente na data dos recebimentos, como se ela não confiasse na gente e se sentisse lesada. E olha que o que ela mais tem é dinheiro! Acho que isso é coisa de velho”!

Achei graça na indignação da secretária e pensei em 4 coisas:
– primeiro: de fato quem deve tem que pagar e não é só porque é amigo que a dívida pode rolar solta. A senhora pode estar certa!

– de fato ela demonstra desconfiar do outro mesmo sendo conhecido de tantos anos. Será que ela sente insegurança por si mesma, por alguma limitação surgida no auge de seus 80 anos? Sei que ela é totalmente independente, mora sozinha, muito lúcida, ativa e jovial.

– se ela não tem nenhum problema neurológico ou psíquico, será que ela sempre foi desconfiada? Ou será que isso é coisa de velho mesmo?

– se for “coisa de velho” será que ela tem que ficar mais restrita, sendo acompanhada por um cuidador e recebendo ajuda, por exemplo, da sobrinha para pagar suas contas?

Pelo que conheço dessa senhora ela é muito cheia de vida, capaz de tomar decisões, cuida de parentes e jamais aceitaria no momento em ter uma cuidadora, porque de fato nem ela (nem eu) veria necessidade nisso.

Voltei a pensar que poderia mesmo ser a fantasia das “coisas de velho”, que ainda falamos sem saber realmente do se que se trata. E considero um risco de errarmos feio com a falta de respeito já irmos falando que “é coisa de velho”, pois é muito comum usarmos esta expressão de forma pejorativa para nos vingarmos de forma fácil quando somos contrariados por alguém na idade madura…

Sei que mudanças comportamentais sempre acontecem nas mudanças etárias. Sei que cada uma delas tem suas características próprias tanto positivas quanto negativas.
Para tomarmos consciência e trabalharmos nosso desenvolvimento pessoal a caminho da terceira idade ressaltamos aqui as características negativas que podem surgir com o envelhecimento:
– ficamos menos tolerantes ao relógio (temos dificuldades para esperar muito tempo);
– não aceitamos correções facilmente;
– temos maior nível de ansiedade frente aos obstáculos;
– buscamos por mais atenção;
– temos certa dificuldade para visualizar o futuro ou sustentar planos longos;
– nossa expressão criativa e capacidade de improviso parece reduzir;
– temos resistência para aceitar o novo ou lidar com mudanças;
– nos preocupamos e nos desestabilizamos mais com pequenos eventos (como por exemplo: “antes o time do coração perder do que perder meus óculos”…).

Para estas coisas atribuímos a tal expressão “coisa de velho”. Assim temos as seguintes imagens para as respectivas cenas:

LIDANDO COM TEMPO:
-“ ele não consegue esperar… é muito ansioso, meu Deus!”

NECESSITANDO DA CRIATIVIDADE PARA RESOLVER UM PROBLEMA OU REALIZAR UM IMPROVISO:
– “xi! Não precisa perguntar o que ela acha que ela não vai dar conta de responder. É melhor a gente mesmo resolver por aqui…”

LIDANDO COM NOVIDADES:
– “Ele não gosta de nada que é novo. Então se mudarem a carteirinha do plano de saúde, ele vai custar a entender o que aconteceu com a carteirinha antiga… é desconfiado, sabe?”
– “Se essa folhinha sair daí… meu Deus, a casa cai!”

RECEBENDO CORREÇÕES:
– “Ela é muito teimosa! Já falei que não é assim que faz, mas ela diz que tem que ser do jeito dela!”

NECESSIDADE ATENÇÃO AFETIVA:
-“Todo dia de tarde ela quer que alguém fique por conta dela. Ninguém pode fazer nada porque ela não deixa. Se chegar alguém diferente que a gente precisa dar mais atenção então… piorou!”

LIDANDO COM PLANOS LONGOS:
– “No meio do ano vamos ter que explicar de novo o que ficou combinado no Natal pra ver ser ele não mudou de idéia…”
– “Se você disser que é tratamento, ela não vai fazer!”

Você conhece algum idoso em um desses momentos? E você se reconhece em alguma dessa situação? Minha pergunta tem a intenção de gerar reflexão sobre o seguinte ponto:
O que posso fazer para eliminar determinados comportamentos que podem ser considerados “coisa de velho” na idade avançada?

Como sugestão, penso em que o exercício é o de ser um ser humano cada vez mais tolerante, mais gentil, preservando as boas maneiras da educação herdada ou aprendida e eliminar “manias” de comportamento, quanto mais cedo melhor!

Para isso creio que uma lista de “manias” ou atitudes que fogem do ponto de equilíbrio pode ser feita para que seja verificada o que é preciso trabalhar para eliminar ou para melhorar.

Então recorde os momentos nos quais você agiu de tal forma e veja tudo como uma cena de filme (de preferência, comédia!). Sensibilize-se com os sentimentos do outro e pense sobre como você poderá reagir de forma diferente e agradável, se esta situação acontecer de novo.

Aposto que, se acabarmos com nossas manias na terceira idade, nossos relacionamentos poderão ser muito melhores e a gente bem mais feliz…

O que acham?

 


Fonte:  A terceira idade



 

 

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