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Grupo Espírita André Luiz

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Reprodução Web

Certo dia, o Ferreira – fundador do Grupo – telefonou-me pedindo para ir fechar negócio com o proprietário.

“E a facção que não quer esse imóvel?” Perguntei.

“Como o vendedor nos vai dar o imóvel livre e desembaraçado, pagando a parte do inquilino, toda a Diretoria entrou em acordo.”

E lá fui eu para Vila Isabel, onde morava o proprietário da casa. O homem recebeu-me muito bem, mas quando perguntei se ele pagaria ao inquilino, negou-se terminantemente a fazê-lo. Então respondemos: nada feito.

Voltamos à estaca zero, a Diretoria do “André Luiz” continuava a movimentar-se para conseguir um imóvel que atendesse ao desejo de todos.

Passaram-se cerca de dois ou três meses, quando apareceu em minha residência, pela terceira vez, o Afonso Fonseca. Informou das dificuldades de o Grupo Espírita comprar o imóvel. Uma parte da Diretoria continuava querendo ficar perto do centro da cidade do Rio de Janeiro e o dinheiro não dava para pagar o preço de outro imóvel, a não ser em locais mais afastados.

Em dado momento, o Afonso jogou o anzol:

“Por que é que meu irmão – começou com aquele jeitinho que lhe era característico – não vende para o “André Luiz” aquele casarão velho que tem na Rua Jiquibá?”

“Aquele casarão é para eu construir três edifícios, Afonso. São cinquenta e sete metros de frente e foi comprado para esse fim”.

“Ora, meu irmão! Você pode comprar noutro local. E assim acabariam as brigas na Diretoria do André Luiz.”

Não cedi ao seu pedido porque desejava fazer a independência financeira da Instituição com as citadas construções.

Ao mesmo tempo não me saía da cabeça o pedido do Afonso Fonseca e a desinteligência dos Diretores do “André Luiz”, situação que me afligia.

Foi quando resolvi trocar ideias com minha mulher, no sentido de conseguir sua adesão à venda de uma parte do terreno para o “André Luiz”, justamente a que possuía um casarão um tanto velho. Depois de muita relutância ela cedeu à minha sugestão.

Quando fui levar a notícia à Diretoria do “André Luiz”, num domingo em que se achava reunida, foi um momento de alegria para todos! Finalmente as duas facções estavam satisfeitas. Mas deu-se o inesperado: o Antonio Alves Ferreira ficou tão emocionado que, ao descer a escada do “André”, na Rua Moncorvo Filho nº 17, sobrado, sofreu um derrame.

Descemos com ele, amparando-o, pois a metade do seu corpo já estava paralisada. A notícia que tanta alegria dera à Diretoria do “André Luiz”, acabou contribuindo para a partida do Amigo para o Além, pois pouco depois ele faleceu, após sofrer um terceiro insulto.

Lamentei muito o afastamento daquele companheiro, de vez que éramos como verdadeiros irmãos.

Quando eu comparecia às Semanas Espíritas em Macaé, hospedava-me na casa do Prof. Pierre Ribeiro e me colocavam no quarto daquele grande amigo, momentos esses em que trocávamos ideias sobre a Doutrina que nos irmanava.

Legalizada a passagem do im6vel para o “André Luiz”, dirigi as obras de adaptação e aumento do grande casarão ficando em cima um vasto salão. No pavimento térreo foram localizados três pequenos, mas muito bons apartamentos, com a renda dos quais ia-se pagando os juros e amortizações da dívida contraída com as obras de restauração. Foi assim que esse imóvel passou a ser a sede daquela Casa de Deus.

Jesus de Nazaré seja louvado, bem assim a sua e nossa Mãe Santíssima.


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CMP

 

Fonte: Livro Casa da Mãe Pobre 50 anos de amor de Henrique Magalhães

 



 

 

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