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Semana do Folclore na Creche Marieta Navarro Gayo

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Viva São João e viva São Pedro na Creche Isabel a Redentora

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Natal das Crianças nas Creches Isabel “a Redentora” e Marieta Navarro Gaio

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Francisco Peixoto Lins – parte III


Capítulo XXVI


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Reprodução Web
Francisco Peixoto Lins (Peixotinho)

A Desencarnação de Peixotinho

Abaixo, segue artigo publicado no “Reformador”, Revista da Federação Espírita Brasileira, número de agosto de 1966 (pág. 102 à 104), e pedimos vênia as ilustree e operosa direção para transcrevê-lo, no trabalho que estamos realizando:
“No dia 16 de junho de 1966, na Cidade de Campos, Estado do Rio de Janeiro, deixava o corpo físico, e desta vez definitivamente, o famoso e evange1izado médium espírita Peixotinho.

A Federação Espírita Brasileira, o Conselho Superior da FEB e o Conselho Federativo Nacional se fizeram representar pelos confrades Paulo Affonso de Farias, José Salomão Mirashy e Abelardo Idalgo Magalhães,  respectivamente.
Ao sepultamento acorreram centenas e centenas de confrades dos mais diversos pontos do País.

Francisco Peixoto Lins, o Peixotinho, teve ação destacada no Movimento Espírita Brasileiro, já por suas excepcionais qualidades mediúnicas, principalmente no que tange às materializações, já pelo comportamento moral como homem de bem.”

Nossos Comentários:
Peixotinho – O Grande Médium
Nossas relações de amizade começaram no Grupo Espírita André Luiz.
Nossa amizade foi instantânea e natural. O Peixotinho tinha a qualidade de fazer amigos à primeira vista.
Quando foi com a família  para a Cidade de Campos, fui visitá-lo algumas vezes, assistindo aos maravilhosos trabalhos realizados e, entre eles, lembro-me, perfeitamente de uma modalidade de trabalhos feita pelos nossos irmãos do Além: estamparam em uma parede, do pequeno recinto da casa, uma homenagem à Casa da Mãe Pobre.
(Tratava-se da residência do Peixotinho. Tempos depois é que ele e seus amigos da Cidade de Campos, se organizaram e fundaram o Grupo Espírita Aracy.)

Durante as reuniões, nossos irmãos do Espaço, solicitavam-nos pensar em uma frase evangélica ou referente a Jesus Cristo.
Logo após a frase surgir em nosso pensamento, ei-la aparecendo em pequeno quadrado, como que feita de gás neon. E o quadrado, com a frase inscrita dentro dele, começava a percorrer o espaço, de um para o outro lado do recinto.
Daí a instantes desaparecia, e surgia outra, que alguém tivesse pedido.
Essa proeza somente podia ser realizada estando o recinto às escuras.
Dava gosto assistirmos a essas reuniões.
Como a Cidade de Campos estava localizada a mais ou menos oito horas de ônibus, distante do Rio de Janeiro, onde temos residência, vi-me forçado a parar com essas viagens maravilhosas. E perdi de vista o nosso querido irmão Peixotinho e a sua farm1ia. Somente de longe a longe, o encontrávamos, casualmente, na Joalheria São João, de propriedade do amigo Rodrigo Rodrigues de Oliveira. Naquela época, a joalheria do Rodrigo achava-se na Rua Uruguaiana, anos após mudou para a Rua Ramalho Ortigão, onde se acha atualmente.

Os anos passam, mas os fatos ficam gravados na nossa memória.
E assim, guardamos o melhor pensamento sobre o nosso querido irmão Peixotinho, que tanto contribuiu para a Doutrina Espírita, com trabalhos divinos e conscientes, fundando Grupos Espíritas de Evangelização, onde sempre destinou sua mediunidade para a Humanidade.

Que Deus o Abençoe!

Antônio Alves Ferreira

A seguir, relatamos alguns fatos sobre a vida do amigo e companheiro de Peixotinho, o grande irmão Antônio Alves Ferreira, que sempre representou a Doutrina Espírita com elevada responsabilidade.

Talvez laços espirituais nos unam desde épocas recuadas.
Nosso primeiro encontro foi em Macaé, nas chamadas “Semanas Espíritas”, em que se unem, durante sete dias, em trabalhos de confraternização, os companheiros de lutas redentoras.

Nessa época, o querido companheiro Ferreira fazia parte do Grupo Espírita Pedro, onde se promoviam importantes trabalhos doutrinários.
Transferindo-se para o Rio de Janeiro, anos após fundou, nessa cidade, o Grupo Espírita André Luiz, acompanhado de um grupo de irmãos espíritas de grande projeção na Doutrina como:
Amadeu Santos, Rodrigo Rodrigues, Madalena, Jacques Aboad e o médium Francisco Peixoto Lins, o Peixotinho.

Em 1946, o companheiro Jacques Aboab cedeu-lhe grande salão, a título provisório, e em sentido gracioso, na Rua Moncorvo Filho, 27, sobrado, iniciando-se desde logo os trabalhos espirituais do Grupo Espírita recém fundado.

Desde o início, o irmão Ferreira organizou os trabalhos doutrinários dentro dos mais elevados critérios de elevação e de mora que persistem até o presente momento.

Um dos mais importante setores da organização foram famosas reuniões de materialização em que atuava, na qualidade médium, o Peixotinho.

Minha pequena coopera Grupo resumia-se em “pesar, em balança decimal” todos os cooperadores, bem assim os que compareciam para serem beneficiados com passes simples, magnéticos, ou tratamento da saúde.

 



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Fonte: Em Prol da Mediunidade

 

 

 



 

 

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