Natal das Crianças nas Creches Isabel “a Redentora” e Marieta Navarro Gaio

Natal das Crianças nas Creches Isabel “a Redentora” e Marieta Navarro Gaio

Divulgação CMP Por (Eni) Com muitas brincadeiras, músicas, danças e presentes as crianças  das Creches Isabel  “a Redentora”  de Teresópolis e Marieta Navarro Gaio sediada em Rio de Janeiro, foram contempladas Continue lendo >>>

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Creches realizam festa de encerramento do ano letivo na Casa da Mãe Pobre

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Por (Eni)    Com o apoio da Casa da Mãe Pobre, as creches da Instituição Maria de Nazareth realizaram na tarde do dia 8 de dezembro (sábado),  a festa Continue lendo >>>

Creches da Casa da Mãe Pobre comemoram o dia das crianças

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Creche Marieta Navarro Gayo e  Creche Isabel a Redentora, promovem festa em homenagem às crianças. Por (Eni) Num clima bastante animado e descontraído, as Creches Marieta Navarro Gayo e Continue lendo >>>

Alunos do Instituto Stella Almeida – ISA, realizam importante visita  a CMP  e fazem doações

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Por (Eni) Alem  das relevantes doações que são importantes na nossa rotina diária, demonstraram enorme amor e carinho  para nossos idosos e crianças assistidas em nossas instituições. Os alunos Continue lendo >>>

 

Francisco Cândido Xavier

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                                                                     Reprodução Web
Chico Xavier: Citado no Livro de Henrique Magalhães “Casa da Mãe Pobre 50 anos de amor


 


Francisco Cândido Xavier, ou Chico Xavier, foi o médium mais conhecido e respeitado, por espíritas e não-espíritas, no Brasil e no exterior, e com maior tempo de atividade mediúnica. Nascido na cidade de Pedro Leopoldo, Minas Gerais, em 02 de Abril de 1910, desencarnou em Uberaba, aos 92 anos, no dia 30 de junho de 2002.

Iniciou-se no Espiritismo ao 17 anos. Auxiliado pelo irmão José Cândido Xavier, fundou o Centro Espírita Luiz Gonzaga, em maio de 1927. Em 8 de julho do mesmo ano, psicografou pela primeira vez, recebendo uma mensagem de 17 páginas, de um Espírito Amigo, e que versava sobre Deveres Espíritas.

Mas José Xavier adoeceu, vindo a falecer em seguida, e o médium, sempre assediado por multidões súplices e sofredoras e rodeado de amigos e admiradores, chegou a trabalhar sozinho, por muito tempo, entre perseguições e preconceitos, por absoluta falta de companheiros.

No final de 1931, conheceu Emmanuel, seu luminoso guia, e a partir daí iniciou-se o que se pode chamar de “sublime ponte” entre o Céu e a Terra. Sob a sua orientação espiritual, Chico Xavier psicografou milhares de páginas de instrução, educação e consolo, ditadas por inúmeros Espíritos, e compiladas em quatrocentos e doze (412) livros, sendo que o últimos foram “Traços de Chico Xavier”, livro de poesias, em 1997, “Caminho Iluminado”, do espírito Emmanuel, em 1998 e finalmente o último livro, “Escada de Luz”. Muitos destes livros, inclusive em braile, foram traduzidos para línguas quais o inglês, o espanhol e o esperanto.

A renda da venda dos livros, uma admirável fortuna, foi, desde o início, totalmente doada em favor de hospitais, asilos, orfanatos e outras Instituições Beneficentes, vivendo Chico Xavier de seu parco salário de humilde funcionário público. A máxima de Jesus: “Dai de graça o que de graça recebestes” foi o lema deste formidável trabalhador cristão, no trato com o dinheiro havido de sua mediunidade abençoada.

Mesmo doente e em idade avançada, compareceu, sempre que possível, aos sábados à noite, no Grupo Espírita da Prece, para receber as centenas de pessoas que se comprimiam no local, ansiosas por uma palavra de carinho, que ele tinha sempre para todos, e por seu gesto de amor, uma característica especial: o beijo terno nas mãos que o procuravam. (Lori Marli dos Santos, Biografia exclusiva do Site Espírita André Luiz)

CHICO XAVIER: ÚLTIMO ENCONTRO

É noite de sábado de um novembro quente, ano de 1998. Estamos em Uberaba, uma amiga e eu. Agradavelmente envolvidas pela expectativa de rever o Chico, nos dirigimos até o Grupo Espírita da Prece.

Uma saudade imensa do querido médium levou-nos até ele, mas, lá chegando, penso que o Brasil inteiro sentiu a mesma saudade.

São 18:30 horas quando adentramos o Centro. Portões abertos, vemos que muita gente já se comprime lá dentro. Junto à entrada do salão, cuja porta ainda se encontra fechada, dezenas de pessoas sentadas no chão, em fila, formam uma alegre serpente humana. Outras, menos ansiosas, compram camisetas com estampas do Chico, escolhem livros e comem e bebem na pequena lanchonete, posicionada à direita de quem entra (a coxinha é deliciosamente apimentada!). Ou simplesmente passeiam distraídas pelo pequeno jardim, aguardando o início dos trabalhos e suscitando cômico desespero num jovem trabalhador da Casa, encarregado, obviamente, de tomar conta do gramado.

– Tudo bem com o senhor, seu doutor? – diz ele, sorridente, ao visitante descuidado, sibilando em seguida: – E a grama, aí embaixo, está macia?

– Opa! Desculpe…

E lá vai o jovenzinho em sua faina ingrata de arredar de cima da “sua grama” as centenas de pessoas que se acotovelam, sem conforto algum, por todos os lugares, à espera do Chico.

E afinal, o Chico, vem ou não vem? Será que abraçaremos o querido médium ou, frustradas, retornaremos à Curitiba de mãos abanando?
“Parece que está muito doente, acho que não vem, não.”
“Ouvi dizer que ele vem.”

“O Chico tem vindo todos os sábados, mas parece que não passou bem a semana…”
Os comentários se sucedem e a expectativa cresce com a freqüência. Ônibus lotados despejam infinidades de rostos junto à entrada e o calor começa a incomodar. Moscas voejam à vontade sobre nossas cabeças, enquanto procuramos não perder nosso lugar na fila.

Por volta das 20 horas, ouvem-se palmas, gritos e uma onda de alegria varre a multidão: o Chico chegou. O velho e alquebrado médium, reunindo forças sabe Deus de onde, comparece da forma como o faz, há setenta anos: sorrindo e acenando para o povo, que lhe vem ao encontro. Criança feliz, parece agradecer ao Senhor a dádiva de estar ali, oportunizando uma nova lição para todos.

E o povo, quase em lágrimas, dando graças e orando, aguarda o instante de entrar e assentar-se.

Há gente demais, todavia. E poucos conseguem ingressar no acanhado salão. Enquanto é efetuada a leitura do Evangelho (A necessidade da Caridade segundo São Paulo, Cap. XV, item 6), para poucos “privilegiados”, lá fora, onde também estamos, a revolta começa a tomar corpo entre os excluídos, e a ânsia de entrar descamba para um empurra-empurra perigoso, envolvendo cidadãos aparentemente acima de qualquer deselegância.

A prece e o pranto alegre de há pouco diluem-se rapidamente por entre as brumas amargas da decepção… Como aceitar que estão “do lado de fora”?

Conseqüentemente, quando Chico Xavier começa a psicografar, mais aquele povo, que o aplaudiu pouco antes, se irrita e força passagem. Num minguado pedaço de chão coberto (5 x 8 mts, mais ou menos) cerca de uma centena de pessoas procura desesperadamente passar à frente umas da outras, usando de empurrões e cotoveladas. A histeria cresce, obrigando a Casa a suspender os trabalhos. Ouvem-se gritos e risadas, enquanto o objetivo de muitos é invadir o salão a qualquer preço.*

Pergunto à algumas daquelas pessoas por que estão agindo dessa forma, nos empurrando, passando a força à nossa frente, nos ferindo, inclusive, e todas elas respondem, convictas: “Precisamos ver o Chico!”

Alguns abandonam o lugar, e também nós nos decidimos prudentemente por uma retirada estratégica. Melhor beber um refrigerante e aguardar a oportunidade de abraçar o Chico, começando novamente pelo começo, ou seja: no final da fila.

Mas lá na frente, onde estávamos, a situação fica insustentável. Temendo seu agravamento, um trabalhador da Casa toma do microfone e chama o povo aos brios, recordando-lhes o lugar onde se encontram. Se não ficarem quietos, diz, Chico Xavier irá embora. Chico Xavier irá embora, repete, se continuarem insistindo em entrar a força. Depois do silêncio estabelecido, pergunta sucintamente:

– O que vocês vieram buscar aqui? Hein? O que vocês vieram buscar aqui?
O grupo se recompõe, aparentemente envergonhado, entre pigarros e risadinhas. Aquilo é algo que eu jamais vira e jamais imaginara acontecer. Hoje, tantos anos depois, analisando os fatos, nem me passa pela cabeça culpar aquelas pessoas. Elas apenas queriam o Chico. Mais que ponte, Chico era porta inequívoca à esperança e à felicidade… Pode parecer tolo, mas para aquela gente, Chico era a porta para Deus… Como não desejar tocá-lo, ouvir dele uma palavra confortadora, uma revelação, uma notícia dos amados que partiram, a certeza de que Deus não abandona ninguém?
Mais alguns minutos, e recomeça a psicografia. Finda a tarefa, encerra-se a reunião com uma prece, efetuando-se a seguir a leitura das mensagens grafadas. 



 

 

CONTATO

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