Natal das Crianças nas Creches Isabel “a Redentora” e Marieta Navarro Gaio

Natal das Crianças nas Creches Isabel “a Redentora” e Marieta Navarro Gaio

Divulgação CMP Por (Eni) Com muitas brincadeiras, músicas, danças e presentes as crianças  das Creches Isabel  “a Redentora”  de Teresópolis e Marieta Navarro Gaio sediada em Rio de Janeiro, foram contempladas Continue lendo >>>

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Creches realizam festa de encerramento do ano letivo na Casa da Mãe Pobre

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Por (Eni)    Com o apoio da Casa da Mãe Pobre, as creches da Instituição Maria de Nazareth realizaram na tarde do dia 8 de dezembro (sábado),  a festa Continue lendo >>>

Creches da Casa da Mãe Pobre comemoram o dia das crianças

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Creche Marieta Navarro Gayo e  Creche Isabel a Redentora, promovem festa em homenagem às crianças. Por (Eni) Num clima bastante animado e descontraído, as Creches Marieta Navarro Gayo e Continue lendo >>>

Alunos do Instituto Stella Almeida – ISA, realizam importante visita  a CMP  e fazem doações

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Por (Eni) Alem  das relevantes doações que são importantes na nossa rotina diária, demonstraram enorme amor e carinho  para nossos idosos e crianças assistidas em nossas instituições. Os alunos Continue lendo >>>

 

Francisco Cândido Xavier – parte III


Capítulo XXXIII


emmanuel

Desenho do Espírito Emmanuel
Foto: Acervo CMP

Atendeu-me uma senhora modesta, informando que Chico seguiria para o Grupo Espírita meia hora depois.

O Chico recebeu-me de braços abertos, pois eu levava uma recomendação do Sr. Manoel Quintão, Vice-Presidente da FEB, naquela época, seu grande arrugo.
O local era pequena e humilde casa, com pequeno salão, coberto de telha e piso de terra batida.

Anos após, construíram um amplo salão, mais apropriado, para substituir o pequenino. Bem assim pequeno hotel para atender aos visitantes de outras terras,que em número crescente iam tomar parte nas reuniões espíritas.

Falamos e tornamos a falar,sobre o Espiritismo, aqui no Rio.
Lá para as tantas, uma voz feminina ressoou num corredor dos fundos, perguntando:
“- Chico quer café?”
Ao que ele respondeu:
“- Traz um cafezinho, sim.
Para mim e o meu amigo.”
Daí a momentos surge a mesma voz e informa:
“- Chico não temos xícaras … “
E ele:
“- Não faz mal. Traz o café nas canecas.
“As canecas”, eram pequenas latas vazias de ervilhas, que se usavam na época, após lhe aplicarem pequeno pegador de folha de flandres, em um dos lados.
Foi um dos cafés mais saborosos da minha vida!

Após, seguiu-se ajuntada de um montão de receitas, que estavam soltas, em cima de uma mesa tosca, bastante usada.
Só existia uma cadeira, no cabeçalho da mesa. Os restantes três lados eram servidos por bancos, tocos de madeira, sem encosto.

Na sua conversação fraternal, o Chico me informou, que a casa ao lado, nova, com dois quartos,sala, cozinha e banheiro, lhe tinha sido oferecida pelo eminente espírita, Fred Figner. Que ele, não queria receber, mas o Figner mandou lavrar a escritura em nome do Chico, obrigando-o desse modo a recebê-la.

E então comentou:
“- Você não acha que uma casa requer uma pessoa que trate bem dela, em limpeza e tudo o mais?”
Concordei que sim, ao que ele acrescentou:
“- Pois é, por esse motivo ofereci a casa a uma de minhas irmãs, que já estava casada, na qual está morando.”

E continuou:
“- Os donos de uma fábrica de pianos, existente no Rio Grande do Sul, também me enviaram um piano, para eu me exercitar e tocar nas horas vagas,sem que eu lhes fizesse tal pedido.”

E acrescentou:
“- Mas eu não tenho horas vagas. Meu tempo é passado durante o dia no emprego e de noite, aqui, neste pequeno reduto, recebendo receituário para quem me pede receitas e nas reuniões, propriamente ditas. Por esse motivo, ofereci o piano ao meu cunhado, o qual anda arranhando, nas suas teclas.”
– Fez muito bem Chico! – respondi.

De repente chega o seu chefe de repartição, Dr. Rômulo, sentando-se na única cadeira existente, e se iniciou, para mim, memorável Reunião Espírita,após a entrada de mais algumas pessoas.
Lá fora, chovia forte …

No final da reunião foram lidas as comunicações recebidas, entre as quais uma assinada pelo elevado Espírito Emmanuel, dirigida à “Casa da Mãe Pobre”, a que ainda guardo com todo o carinho.
Terminada a reunião, o Chico fez questão de acompanhar-me, até a pensão e despedimo-nos com um fraternal abraço.

Quando cheguei ao quarto que tinha alugado lá encontrei outro homem, ocupando uma segunda cama.
Embora estranhando o caso, pois tinha alugado o quarto só para mim, deitei-me, pois na noite anterior quase não tinha dormido, devido aos solavancos do trem.

Mais ou menos uns dez minutos após, senti mordida delas no pescoço, o que me forçou a dar um pulo da cama e a levantar-me.
Eram percevejos esfomeados, que procuravam comida …

Saí do quarto deixando o companheiro, que dormia a sono solto …
Por sorte, encontrei na sala uma boa cadeira de balanço, a qual me serviu de cama, até às cinco horas da manhã, quando me levantei.
Tomei outra “jardineira” que saía cedo de Pedro Leopoldo, de volta para Belo Horizonte.

Todos esses contratempos não diminuíram a minha grande satisfação pelo que senti durante a reunião e com os dizeres da comunicação que Emmanuel enviou para a Casa da Mãe Pobre, a qual publicamos a seguir:

Primeira Mensagem de Emmanuel dirigida à Casa da Mãe Pobre:

“Irmão Henrique:
Que o Senhor nos abençoe.
Desnecessário dizer-te da esperança com que o Plano Superior aguarda o desdobramento do serviço na Casa abençoada da Mãe Pobre.
As obras do bem falam por si mesmas, tanto quanto as árvores que se expressam pelos frutos.

Unamo-nos, assim, em espírito, para a consecução dos trabalhos em perspectiva,convencidos de que a Bondade do Senhor nos segue de perto. Espiritismo sem ação no bem comum não poderá alcançar as finalidades a que se propõe. Se a fé, sem edificações, é morta, as edificações necessitam desse calor divino da fraternidade, transbordante no santuário de amor evangélico a que confiaste as melhores forças.

Guarda-te na perseverança até o fim.
O ministério encontra-se iniciado tão-somente e o mesmo Senhor que te habilitou para o serviço, em conjunto com outros amigos abnegados, enviará o suprimento necessário à consolidação do serviço que nos polariza as esperanças.

Se o mundo atual sofre assédios das sombras, que profetizam infortúnios e ruínas, convertamo-nos em semeadores do mundo melhor de amanhã. Sobre os valores em que os homens infelizes desencadeiam a guerra,nascem os germes do pão do futuro. Sejamos nós os lavradores felizes da paz construtiva e regeneradora. Não importa as incompreensões que nos possam visitar e atingir. A obra pertence ao Senhor. E o Senhor apenas nos pede corações fervorosos e braços diligentes a fim de preservá-la e estendê-la, na realização do Reino Divino entre nós.

Hoje, lutas e dificuldades.
Amanhã, alegrias da colheita.
Caminhemos desassombrados, portanto, certos de que,permanecerá conosco, o Divino Amigo que nos prometeu assistência amorosa até o fim dos séculos.

Emmanuel.”

Adésio Alves Machado

Abaixo vamos transcrever trecho do artigo publicado no “Correio Fraterno do ABC”,
Agosto de 1996, pág. 7, de Adésio Alves Machado, sobre o nosso querido Chico Xavier, como segue:
“A mediunidade do Chico é vivida de conformidade com o que preceituava Jesus, ao dizer: “Dai de graça o que de graça haveis recebido”. (Mateus X, V. 8).

Ele vive pobremente, em modesta casinha na periferia de Uberaba, para onde se mudou em 1959, alvo que tinha sido de uma campanha difamatória em Pedro Leopoldo. A cidade natal o redimiu, depois, concedendo-lhe título, honrarias e dando seu nome a uma praça.”

Comentamos:

Vamos complementar a notícia acima mencionada com o diálogo que mantivemos com o Chico, nas proximidades do ano de 1959.
Revelação de Chico Xavier “Tendo feito uma viagem à Pedro Leopoldo, a serviço da Maternidade Casa da Mãe Pobre, que carecia da orientação de Bezerra de Menezes, consegui da com a Graça de Deus, eu e o Chico Xavier, já na rua, após a reunião espírita a que tínhamos assistido, seguíamos, os dois, para a pensão em que me achava hospedado, trocando idéias sobre assuntos vários.

Em dado momento, o Chico confidenciou-me que tinha sido vítima de terrível trama, preparada pelos nossos infelizes irmãos das “trevas”.
Conseguiram envolvê-lo de maneira tal, que ele estava sendo apontado na cidade, como o autor de todas as mensagens por ele mesmo recebidas, dos irmãos da Espiritualidade.

Nessa altura perguntei-lhe, porque ele não desmascarava os boateiros. Bastava para tanto fazer uma declaração pelos jornais de Belo Horizonte.



… pág. 1  2  3  4


 

 

Pedimos especial concessão a Diretoria da Editora Ediouro S/A, para transcrever as várias tentativas de morte sofridas por Chico Xavier, relatadas na revista “Coleção Profecia” –nº 6 – págs. 36 e 37.

 

 

 



 

 

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