Viva São Pedro e viva São João na Creche Marieta Navarro Gayo

Viva São Pedro e viva São João na Creche Marieta Navarro Gayo

Por (Eni) A festa junina é uma tradição e faz parte da cultura escolar, anima e promove a socialização entre crianças, famílias e professores. Os 75 alunos da creche Marieta Continue lendo >>>

Viva São João e viva São Pedro na Creche Isabel a Redentora

Viva São João e viva São Pedro na Creche Isabel a Redentora

Por (Eni) Neste clima  de muita descontração, alegria e animação, que as criancinhas  da Creche Isabel a Redentora realizou o Arraiá de São João no ultimo dia 27. “Festas Continue lendo >>>

Natal das Crianças nas Creches Isabel “a Redentora” e Marieta Navarro Gaio

Natal das Crianças nas Creches Isabel “a Redentora” e Marieta Navarro Gaio

Divulgação CMP Por (Eni) Com muitas brincadeiras, músicas, danças e presentes as crianças  das Creches Isabel  “a Redentora”  de Teresópolis e Marieta Navarro Gaio sediada em Rio de Janeiro, foram contempladas Continue lendo >>>

Natal das Crianças nas Creches Isabel “a Redentora” e Marieta Navarro Gaio

Natal das Crianças nas Creches Isabel “a Redentora” e Marieta Navarro Gaio

Divulgação CMP Por (Eni) Com muitas brincadeiras, músicas, danças e presentes as crianças  das Creches Isabel  “a Redentora”  de Teresópolis e Marieta Navarro Gaio sediada em Rio de Janeiro, foram contempladas Continue lendo >>>

Creches realizam festa de encerramento do ano letivo na Casa da Mãe Pobre

Creches realizam festa de encerramento do ano letivo na Casa da Mãe Pobre

Por (Eni)    Com o apoio da Casa da Mãe Pobre, as creches da Instituição Maria de Nazareth realizaram na tarde do dia 8 de dezembro (sábado),  a festa Continue lendo >>>

 

Francisco Cândido Xavier – parte II


Capítulo XXXIII


cxavier

Foto: Acervo CMP
Chico Xavier na adolescência

Um dia, cansado da solidão, João Cândido resolveu casar-se de novo. Encontrara uma mulher excepcional, Dona Cidália Batista. Tão excepcional que exigiu que o marido reunisse os filhos dispersos pelas casas dos parentes e amigos.

Quando voltou para casa, Chico encontrou Dona Cidália de braços abertos. Encorajado, abraçou-a. A intimidade veio rápida. Mas Chico era uma criança estranha. Vivia falando de suas visões, contava como em sonhos se deslocava até lugares de paisagens muito diferentes de Pedro Leopoldo. Mas a madastra era mulher de grande coração, que escondia sob a sua simplicidade um espírito sagaz, carente apenas de instrução.

Ela me disse que não entendia aquilo, mas acreditava em mim. E disse uma coisa que não me esqueço: “Olha, Chico, eu não entendo disso, ninguém entende, mas você é um menino inocente e está dizendo a verdade.

Um dia, quem sabe? vai aparecer alguém que o entenda e explique suas visões e as vozes que você ouve.”

Uma das primeiras providências de Dona Cidália foi recomendar ao companheiro que matriculasse os filhos na escola. A situação, porém, não era fácil. João Cândido bem que gostaria, mas o dinheiro, no fim de mês, mal dava para as necessidades domésticas. Como espichar os minguados trocados, a fim de que dessem para os livros, cadernos, lápis, caneta?

Mulher inventiva, Dona Cidália logo encontrou a solução. A casa tinha um daqueles amplos quintais dos bons tempos. Por que não plantar uma horta? Chico venderia os legumes e hortaliças na rua. Cada molho de couve, alface e almeirão, ou unidade de repolho, era vendido a tostão.

Com o dinheiro arrecadado, os filhos de seu João Cândido poderiam adquirir os “trens” indispensáveis para frequentar a escola. E, de tostão em tostão, tinham juntado, em dezembro de 1918, 32 mil réis.

Em janeiro do ano seguinte, graças à horta, Chico Xavier entrou no Grupo Escolar São José. Não foi aluno brilhante,chegando a repetir o quarto ano primário, se bem que por motivo de saúde. Mas seu relacionamento com o Além foi certamente o mais surpreendente.

Muitas vezes, durante as aulas, Chico ouvia vozes de espíritos, ou sentia mãos sobre as suas, guiando-lhe os movimentos na escrita, sem que os demais alunos percebessem. “Isso me criava muitos constrangimentos.”

Em 1922, comemorou-se em todo o País o Centenário da Independência. O governo de Minas Gerais instituiu diversos prêmios de redação para alunos da 4ª série primária. O assunto era livre, desde que pertencesse à história do Brasil.

Chico, então, com 12 anos, cursava o 4º ano. A professora, Dona Rosália Laranjeira, marcou data para a composição. Naquele dia, quando se preparava para iniciar a tarefa, Chico viu um homem ao seu lado.

Assustado, indagou ao companheiro de banco se ele também estava vendo o homem. O menino negou, dizendo que aquilo era ilusão, consequência de sua preocupação.

Enquanto isso, o homem ia ditando as frases de abertura do trabalho. Dona Rosália Laranjeira era católica fervorosa e começou a assustar-se com as suas composições.

Chico pediu, então, licença à professora. Aproximou-se do estrado sobre o qual ficava a cadeira de Dona Rosália e lhe disse, em voz baixa: Dona Rosália, perto de mim está um homem, ditando o que devo escrever.” Mulher compreensiva, que “tinha a virtude da caridade”, segundo Chico, ela perguntou, também em voz baixa:

“- O que o homem está mandando você escrever?” Chico repetiu a frase: “O Brasil, descoberto por Pedro Alvares Cabral, pode ser comparado ao mais precioso diamante do mundo, que logo passou a ser engastado na coroa portuguesa … “

Admirada, mas tolerante, Dona Rosália mandou-o sentar-se na carteira e concluir a prova. Não importava se o texto fosse ditado ou não por um homem invisível.

O importante era concluí-lo. Algumas semanas depois, a Secretaria de Educação de Minas divulgava os resultados do concurso, disputado por milhares de estudantes de todo o Estado:

Chico Xavier recebera a menção honrosa.” E mais: “Na primeira sessão, realizada então na casa de João Cláudio, estava reservada uma grata surpresa para Chico. Após uma ausência de sete anos, o Espírito a de Dona Maria João reapareceu. E, através da mediunidade de escrita de Carmen Perácio, dirigiu uma extensa mensagem ao marido e filhos, referindo-se de maneira particular a Chico. E comunicando-lhe os novos caminhos que ele deveria percorrer.”

” … a meu ver, tive três períodos distintos em minha vida mediúnica. O primeiro, de completa incompreensão para mim, é aquele dos cinco anos de idade, quando via minha mãe desencarnada proteger-me, até os dezessete anos, época em que me via sob a influência de entidades felizes e infelizes, até que a misericórdia do Senhor penetrou nossa casa, em maio de 1927.”

No mês seguinte, os companheiros que participaram da reunião em casa da família Xavier, decidiram fundar um Centro Espírita. Restava eleger um Presidente. Todos pensavam em Perácio, mas ele morava a 100 quilômetros de Pedro Leopoldo. Foi então que um companheiro, de faces avermelhadas e eloquência inflamada, ofereceu-se para dirigir o Centro.

Surgiu o Centro Espírita Luiz Gonzaga. Chico seria o secretário. No dia seguinte à fundação,porém, acontecia a primeira surpresa. O irmão inflamado, de faces rubras, renunciava à presidência, alegando sua condição de membro de uma família católica tradicional. Só então, os companheiros descobriram a razão de seu entusiasmo e de seu rubor: o renunciante havia se enchi do de vinho.

Com a renúncia, José Cândido, irmão mais velho de Chico, assumiu a presidência do Centro. Pouco depois, Chico receberia medi unicamente sua primeira mensagem.”

Alvo de Morte

A seguir, pedimos especial concessão a Diretoria da Editora Ediouro S/A, para transcrever as várias tentativas de morte sofridas por Chico Xavier, relatadas na revista “Coleção Profecia” – nº 6 – págs. 36 e 37. 

“1- Tentativa – A primeira vez que tentaram assassinar Chico Xavier aconteceu em 11 de setembro de 1948. Psicografando à beira de açude, Chico viu quando um estranho se dirigia a ele, com olhos injetados e um pedaço de pau na mão. Seu amigo Isaltino Silveira, que o ajudava trocando as folhas escritas por outras em branco, preparou-se para enfrentá-lo, mas Chico manteve-se sentado, orando. O agressor parou a poucos metros e, com os olhos fixos no médium, só conseguia dizer o seguinte:

“Esta luz nas suas pernas … esta luz nas suas pernas”. O médium pediu apenas: “Vá para casa e fique na Paz de Deus, meu filho”. E o agressor desiste de atacá-lo. Numa grande distância ao redor do citado homem,quando o mesmo se afastava, Isaltino notou que o mato ía ficando amassado.

Chico explicou o que aconteceu: o homem era um médium de amplos poderes, que entretanto, não se cuidava. Naquela noite, havia sido arrancado da cama por espíritos interessados em assassiná-los e jogar seus corpos no rio, o que só não aconteceu graças a interferência de benfeitores espirituais, que envolveram os dois num cinturão de luz. Satisfeito com a explicação, Isaltino quis saber ainda o motivo do mato amassado em volta do homem,quando ele ía embora. E Chico esclareceu:

“- As tais entidades eram tão ruins que se utilizaram dos fluidos do médium e conseguiram peso específico para provocar o fenômeno físico. Eram aproximadamente duzentos espíritos.”

“2ª tentativa – Ocorreu em 1964. Chico recebeu diversos telefonemas, informando-o que iam assassiná-lo. Assim, em sua viagem para São Paulo com Waldo Vieira, quando iam falar com Jorge Rizzini, hospedaram-se num hotel de baixa classe, para não serem descobertos pelos malfeitores.”

“3ª tentativa – Em 1985, um homem com uma faca na mão chegou perto do médium e comunicou-lhe o seu desejo de assassiná-lo. – Vim aqui te matar, mas não tenho coragem.

Chico disse simplesmente: – Deus é quem sabe, meu filho.” a “4- tentativa – Em julho de 1992, outra tentativa. Um rapaz do Paraná pulou o muro da casa do Chico e anunciou sua intenção de assassiná-lo, apontando um revólver para ele. O PM Aparecido Evaristo Rosa, surgiu a tempo de desarmá-lo, levando-o para a prisão, onde permaneceria caso Chico Xavier não intercedesse em seu favor. No dia seguinte, o criminoso já voltava para sua cidade, com dinheiro da passagem dado pelo próprio médium, que considerou o ato de que foi vítima fruto da ação de obsessores interessados em matá-lo.”

O Desprendimento de Chico Xavier

A seguir, fatos que ocorreram durante uma visita que realizei ao grande irmão – Chico Xavier – os quais nos mostram o maravilhoso desinteresse material desse abençoado médium e sua humildade.

Viagem a Pedro Leopoldo

No mês de março de 1948, fiz minha primeira viagem a Pedro Leopoldo.

Tomei o trem, aqui no Rio, com destino a Belo Horizonte. Daquela cidade, segui de ‘jardineira” para Pedro Leopoldo, onde cheguei ao anoitecer. Minha primeira medida foi tomar um quarto, na única pensão existente no local, embora se arvorace em hotel. Era um casarão velho, mais parecendo um “pardieiro”.

Paguei adiantado e perguntei à dona da casa como agir durante a noite, pois tinha conhecimento de que as reuniões do Chico se prolongavam por horas a fio. A senhora em questão, informou que a porta da entrada continuava aberta e o meu quarto ficava frente a uma pequena lâmpada existente no corredor. Seguiu-se o meu jantar, num pequeno restaurante existente na cidade. A seguir procurei o Chico em sua residência.



… pág. 1  2  3  4


 

 

Pedimos especial concessão a Diretoria da EditoraEdiouro S/A, para transcrever as várias tentativas de morte sofridas por Chico Xavier, relatadas na revista “Coleção Profecia” –nº 6 – págs. 36 e 37.  Fonte: Em Prol da Mediunidade Pequena História do Espiritismo de Henrique Magalhães

 



 

 

CONTATO

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...