Viva São Pedro e viva São João na Creche Marieta Navarro Gayo

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Por (Eni) A festa junina é uma tradição e faz parte da cultura escolar, anima e promove a socialização entre crianças, famílias e professores. Os 75 alunos da creche Marieta Continue lendo >>>

Viva São João e viva São Pedro na Creche Isabel a Redentora

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Por (Eni) Neste clima  de muita descontração, alegria e animação, que as criancinhas  da Creche Isabel a Redentora realizou o Arraiá de São João no ultimo dia 27. “Festas Continue lendo >>>

Natal das Crianças nas Creches Isabel “a Redentora” e Marieta Navarro Gaio

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Divulgação CMP Por (Eni) Com muitas brincadeiras, músicas, danças e presentes as crianças  das Creches Isabel  “a Redentora”  de Teresópolis e Marieta Navarro Gaio sediada em Rio de Janeiro, foram contempladas Continue lendo >>>

Natal das Crianças nas Creches Isabel “a Redentora” e Marieta Navarro Gaio

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Creches realizam festa de encerramento do ano letivo na Casa da Mãe Pobre

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Por (Eni)    Com o apoio da Casa da Mãe Pobre, as creches da Instituição Maria de Nazareth realizaram na tarde do dia 8 de dezembro (sábado),  a festa Continue lendo >>>

 

Festa da Rosa

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Reprodução Web


 


Um dos grandes fatores que ajudaram a construção do Hospital da “Casa da Mãe Pobre” foi, sem dúvida alguma, a chamada “Festa da Rosa”.

Essas festas se realizavam da seguinte maneira:

A Instituição comprava um automóvel ou um apartamento em construção e o oferecia como prêmio. Quando a festa estava no seu apogeu, os prêmios eram sorteados. Para esse fim, era chamada uma criança, cuja idade deveria oscilar entre 5 e ,10 anos. Pedíamos a três pessoas presentes para subirem ao tablado a fim de comporem a Comissão Fiscal.

A criança retirava de um saco uma pedra numerada de cada vez, cujos números eram de 0 a 9. Quando as pedras completavam o número do prêmio, eram os felizardos chamados ao palco, recebendo ali mesmo o cobiçado prêmio.

Dois meses antes da Festa eram vendidos aos sócios da Casa talões com 10 ingressos cada um e que lhes davam o direito não só de assistir aos festejos como também de participar do sorteio.

As importâncias dos talões, depositadas em casas comerciais conhecidas da Diretoria, a seu tempo eram recolhidas.

Além de um automóvel ou apartamento havia mais quatro brindes de valor para serem sorteados.

Pedia-se, em tempo hábil, ao Ministério da Fazenda, a licença para o sorteio, indicando-se o dia, hora e local onde a Festa e o sorteio iam ser realizados. Com o correr do tempo, os prêmios começaram a ser sorteados pela Loteria Federal.

A princípio, fazíamos a festa em um Clube. Depois de três anos, compramos um vasto terreno na Rua Ibituruna, com mais de 6.000 m2, que dava perfeitamente para acomodar os festeiros, que sempre acorriam em grande número. Com antecedência, era montado um amplo palco.

Para dar brilho à festividade, pedíamos o concurso de uma Escola de Samba, um grupo folclórico português e outros divertimentos.

Os festejos começavam às 14:00 horas e se prolongavam até às 23 ou 24 horas. Nesse ínterim eram vendidas guloseimas, churrasquinhos, lingüiça assada, refrigerantes, cervejas e tudo o mais que pudesse dar renda.

PRIMEIRA FESTA DA ROSA

Em maio de 1948 realizamos a primeira festa, no Clube Sampaio, próximo à sede da Instituição, com a cooperação da Diretoria do Clube.

Como era novidade, por ser uma festa “sui geeneris”, afluiu ao local uma grande multidão. Rendeu a excelente soma líquida de Cr$ 800.000,00, importância considerável para a época.

O automóvel sorteado saiu para um moço do interior que estudava no Rio. Era pobre, segundo nos declarou, e lutava com dificuldades para manter os seus estudos. Chorou no palco quando lhe foi entregue o precioso prêmio.

A renda da festa foi empregada, em sua totalidade, na aquisição do imóvel da rua Ibituruna nº 81, no Maracanã. Serviu como sinal e princípio de pagamento. Sem essa importância não poderíamos ter comprado esse imóvel, cuja aquisição, apesar das dores de cabeça e aflições, representou, por fim, a remissão da Casa da Mãe Pobre.

O Senhor nos ilumine.


 


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CMP

 

Fonte: Livro Casa da Mãe Pobre 50 anos de amor de Henrique Magalhães

 



 

 

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