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Instituição Maria de Nazareth, Casa da Mãe Pobre recebe visita da MV1

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Creche Isabel a Redentora comemora a chega da estação das flores

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Semana do Folclore na Creche Marieta Navarro Gayo

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Viva São Pedro e viva São João na Creche Marieta Navarro Gayo

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Viva São João e viva São Pedro na Creche Isabel a Redentora

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Por (Eni) Neste clima  de muita descontração, alegria e animação, que as criancinhas  da Creche Isabel a Redentora realizou o Arraiá de São João no ultimo dia 27. “Festas Continue lendo >>>

Natal das Crianças nas Creches Isabel “a Redentora” e Marieta Navarro Gaio

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Divulgação CMP Por (Eni) Com muitas brincadeiras, músicas, danças e presentes as crianças  das Creches Isabel  “a Redentora”  de Teresópolis e Marieta Navarro Gaio sediada em Rio de Janeiro, foram contempladas Continue lendo >>>

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Creches realizam festa de encerramento do ano letivo na Casa da Mãe Pobre

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Por (Eni)    Com o apoio da Casa da Mãe Pobre, as creches da Instituição Maria de Nazareth realizaram na tarde do dia 8 de dezembro (sábado),  a festa Continue lendo >>>

Creches da Casa da Mãe Pobre comemoram o dia das crianças

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Creche Marieta Navarro Gayo e  Creche Isabel a Redentora, promovem festa em homenagem às crianças. Por (Eni) Num clima bastante animado e descontraído, as Creches Marieta Navarro Gayo e Continue lendo >>>

 

Fernando de Lacerda – parte III


Capítulo XXV


camilo castelo branco

Reprodução Web
Camilo Castelo Branco

C. Castelo Branco:

“A Esmola é uma das mais belas manifestações da doutrina do Mestre.

Pode representar, perante os sociólogos de alma estéril ou maninha, um mal, e perante o egoísta feliz um incômodo enauseante; mas representa, seguramente, para quem tenha no peito um pedaço de músculo a que se chama coração, uma das mais belas e consoladoras ações dessa vida.
Sob o aspecto moral é um dos produtos mais belos da solidariedade humana; sob o aspecto espiritual é uma das mais lídimas manifestações da grandeza da alma.
Bendita seja, pois, a esmola.”

4 – Castilho:

“A Esmola é um dom das almas elevadas. Só as almas grandes a compreendem.

Como manifestação da bondade é, pois, um bem.
Bendita seja.”

5 – Julio Diniz:

“A Esmola, filha da Caridade, é a pedra de toque por onde se pode aferir o grau do sentimento de qualquer personalidade. É esmoler? Mas esmoler simples, sem ostentação?
Será um bom.
A esmola, dada amorosamente, é uma das primeiras e mais radiosas obras que encontramos ao deixar essa Terra de desenganos e lágrimas.”

Comentamos:

Em quatro minutos e quinze segundos, o médium obteve manifestações de cinco Espíritos:

Eça de Queiroz, João de Deus, Camilo Castelo Branco, Castilho e Julio Diniz.

Além da rapidez da obtenção das comunicações, temos a considerar que durante todo o tempo conversou com as duas personalidades que mantiveram com ele uma conversação sadia, além de atender a duas pessoas que desejavam informações sobre assunto pendente.
Este detalhe prova que Fernando de Lacerda era um médium extraordinário.

E os Espíritos que por ele se manifestaram, eram escritores de primeira grandeza, a começar pelo grande João de Deus.

Abaixo, prosseguimos com mais alguns trechos do maravilhoso livro “Do País da Luz”, os quais muito colaboram na elaboração deste modesto livro.

Da pág. 53 à 55, vol. I, lemos o seguinte:

“Palavras Minhas” – I
“Poucos meses decorridos depois de ter aparecido, a primeira edição deste livro esgotou-se. De há muito que não há um exemplar à venda.
Isso constitui um sucesso de livraria, pouco vulgar mas foi incomparavelmente maior o sucesso de leitura.

Raro foi o exemplar que não correu muitas mãos, que não foi lido por muita gente, levando a todos os seus leitores singulares confortos ou salutaríssimas dúvidas.
De toda a parte onde se fala português recebi testemunhos de agradecimento por ter rompido com o convencionalismo medroso e fraco que corrói a sociedade portuguesa, publicando-o, fazendo frente, assim, ao campo católico, então poderosamente dominante no nosso meio oficial, e ao campo ateísta, que procurava impor-se, numa deplorável ousadia, em um meio ignorante, com pretensões a ilustrado.
Foi muito criticado o livro; e, caso para mim inteiramente inesperado, apesar de vir atacar princípios que a Igreja Católica tem como dogmáticos, não levantou da parte dela – que eu saiba – nenhuma represália, nem sequer nenhuma discussão desfavorável.
Do outro lado, ou ainda da grande massa de indiferentes, levantou, por vezes, uns risinhos de mofa e de superioridade, que constituíam o supremo argumento do seu negativismo.
Na sua quase totalidade, as criaturas superiores que nesse olímpico gesto de desdém pretendiam desconsiderar a obra ou o princípio que ela vinha proclamar, não a conheciam senão pelo nome.

De muitas pessoas sei eu que se armavam nesse gesto por medo; outras que começaram, sinceramente, por lhes parecer o assunto indigno da sua atenção, e que, instadas por quem havia lido o livro, o leram também, recebendo, com a sua leitura, a crença na sua alma, e com ela a resignação e a coragem para suportarem reveses e encararem a vida de uma maneira inteiramente di versa e melhor do que aquela com que a encaravam antes.
Às objeções sinceras e sérias primeira edição do 2º volume.

Não foi esta reedição feita há muitos meses, porque uma longa série de desgostos, que têm constituído uma dolorosa prova na minha vida, mo impediram.
Esses desgostos, se me fizeram curvar a motivos a que eu não podia ser superior, porque não partiam de mim, nem vinham por fatos a que eu desse causa direta nem indireta, não me fizeram, todavia, esmorecer.
Antes mais intimamente me estreitaram às santas doutrinas da obra e aos seus colaboradores.

E, felizmente para mim e para mais alguém, que elas vieram quebrar as justas e violentas manifestações da nossa individualidade material, ao sentir-se injusta e descaroavelmente ferida!. ..
Ainda bem que assim sucedeu e não foi esse, com certeza, o menor triunfo dos que ela terá tido ou venha a ter.

Agora vai sair, com a do 2º, e a primeira do 3º2 volume.

A minha vida sofreu, está sofrendo e sofrerá profunda transformação.

Nessa transformação entra, como fator principal, o assunto desta obra.

Disse na sua pitoresca comunicação à pág. 138, um marinheiro, de quem ainda desconheço a identidade, que eu não descansaria nesta vida.

Pois que eu não tenha descanso, mas que o meu trabalho seja útil, e que possa produzir nos outros tanto bem, pelo menos, como tem produzido em mim.”
Lisboa, maio de 1911.

Fernando de Lacerda

Da pág. 11 à 15, do vol. III, lemos, também de Lacerda:

“Palavras Minhas” – II
“Vai sair este livro. É o terceiro.
Desgostos profundos, caídos inesperadamente na minha vida depois da publicação do segundo volume, enervaram-me; e, se não conseguiram destruir a minha energia, conseguiram, todavia, quebrantá-la, e fazer-me parar, atônito, ante a maldade e a injustiça dos homens, a que, em consciência, eu não dei a menor causa.
Esses desgostos colheram-me de surpresa. Podia esperá-los por todos os motivos, menos por aqueles por que os recebi.

Nada tiveram com as minhas crenças, nem com os meus trabalhos espíritas. Todos os que me quisessem provocar por este lado, encontravam-me assaz prevenido, e definitivamente resolvido a ser-lhes inteiramente superior. Não me provocariam desalentos próprios, nem más vontades para com quem nos provocasse. Ao contrário, dar-me-iam mais tenacidade, mais energia, misturadas com uma grande piedade pelos pobres cegos que sentem prazer em negar o sol, porque o não podem ou não querem ver.
Talvez porque me encontrava nessa previdente disposição de espírito, a provação veio em assunto que eu jamais a poderia esperar nem temer. Por isso me desconcertou, como se fosse uma emboscada traiçoeira.
Essa, porém, passou já. Deixou na minha vida inapagáveis sulcos e inesquecidas dores.

Feriu-me profundamente na alma pela injustiça que, pelo menos aos meus olhos d’agora, representou: e reduziu-me à pobreza, e à necessidade de ter de recomeçar a minha labuta, em época que os anos e os trabalhos passados vão dando razão para ir pensando em um futuro de descanso.
Seja, porém, como for, isso tudo já passou, repito. Hoje olho com tristeza para tanta maldade e tanta iniquidade, e tremo ainda à recordação de que, por vezes, a minha animal idade humana, esteve a pique de manifestar, pela violência, a sua supremacia sobre a calma e a vontade do meu espírito.
Graças a Deus e àqueles que me ampararam nessa luta enorme, isso não sucedeu; e confio que ainda se me há de fazer justiça, porque sou um sequioso dela.
Tenho a consciência inteiramente tranquila; e outro tanto não poderão dizer aqueles a quem devo todos os desgostos e todos os prejuízos.
Desculpem-me esta ligeira explicação, necessária para justificar a demora do aparecimento deste livro.” ( … )

Fernando de Lacerda.

Comentamos:

Nosso propósito é pôr em evidência o sofrimento dos grandes médiuns, que vieram ao mundo com a missão de servirem
de porta-voz dos enviados de Jesus Cristo que residem na Espiritualidade Superior.

Com o auxílio dos médiuns, suas Mensagens de Amor e Luz vão melhorando as criaturas
humanas, não só na parte material, mas também na moral, espiritualmente falando, ajudando a transformar o mundo para melhor.

Esta é a missão dos grandes médiuns, que sofrem a influência do meio, formado pela maioria de habitantes, não só os retardatários, mas também os espíritos mais jovens, que estão no começo de suas vidas planetárias. É essa maioria de elementos que, através sua ignorância, lhes causam mal-estar.
Fernando de Lacerda, em sua qualidade de grande médium, não fugiu à regra. Vejamos os seus justificados lamentos:

“Talvez porque me encontrava nessa previdente disposição de espírito, a provação veio em assunto que eu jamais poderia esperar. .. “

“Feriu-me profundamente na alma pela injustiça que, pelo menos aos meus olhos d’agora, representou. E reduziu-me à pobreza … “
Aquela pobre criatura ocupava importante posto de comando, na direção de Chefatura de Polícia da Cidade de Lisboa.

Sem motivo algum, simplesmente demitiram-no do cargo que há longos anos ocupava, na chefia daquela Repartição Pública.
E o nosso irmão, em idade avançada, apelou para seus companheiros do Rio de Janeiro, que o receberam de braços abertos.

E são esses os meios que os ignorantes da Terra usam, aliados aos que vegetam do outro lado da vida, para anular a ação benfazeja das criaturas que servem na qualidade de médiuns aos Espíritos Superiores que baixam à Terra para auxiliar os seus irmãos em humanidade.
Para essas criaturas, todos os meios servem. E é assim que anulam a boa vontade dos médiuns, por lhe faltarem condições de continuar suas missões.

O Pai Eterno se compadeça delas, é o que de coração lhes almejamos

 



… pág.  1   2   3


 

 

Pedimos vênia à FEB para transcrever trechos do Livro “Do País da Luz” – Comunicações Medianímicas obtidas por Fernando de Lacerda, volumes II IlI/ IV, ano 1926.

Fonte: Em Prol da Mediunidade

Pequena História do Espiritismo de Henrique Magalhães

 



 

 

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