Federação Espírita Brasileira

Reprodução Web

O Dr. Wantuil pensou e pensou. Daí a momentos autorizou-nos a mandar elaborar a perspectiva em questão no tamanho que achássemos mais conveniente; saímos de sua casa muito contentes.

Dias mais tarde pedimos a cooperação de todos os companheiros da “Casa da Mãe Pobre” no sentido de autorizar os recursos necessários para a elaboração de todo o material para a referida Campanha. Essas solicitações foram aprovadas por unanimidade. A “Casa da Mãe Pobre”, conjuntamente com as Federações e Uniões Espíritas de todo o Brasil, iria cooperar para a construção da nova e futura sede da Federação Espírita Brasileira, no Planalto Central – Brasília.

Logo que o Dr. Wantuil nos autorizou a efetivar a citada Campanha, procuramos dois técnicos que:” tinham feito perspectivas para a “Casa da Mãe Pobre”. O preço era salgado, mas o resultado seria compensador.

Duas novas perspectivas foram elaboradas, uma  para o interior do salão de conferências e outra representando a parte externa – a frente e um dos lados. A extensão do prédio ficou nos 7 5 metros, o que possibilitou a bela execução do maravilhoso trabalho.

Prontas as duas perspectivas, fomos levá-las ao  Dr. Wantuil.

“Maravilha!” Exclamou ele quando viu os dois trabalhos. “Foi pena não termos feito propaganda igual para ajudar a construção do edifício do Departamento Editorial.”

“Mais tarde trataremos desse caso” aduzimos.

A seguir idealizamos um ofício para ser enviado a todas as Federações e Uniões dos Estados. Pelo referido ofício, as Entidades Estaduais assumiriam a responsabilidade, cada qual em seu territ6rio, de cooperar diretamente com a FEB, estimulando-as a fazer o máximo e o melhor.

Listas para receberem assinaturas seriam enviadas juntamente com os ofícios, o que facilitaria o trabalho das Casas e as eximiria de despesas. Cada lista teria um espaço razóavel, em branco, para receber o nome de cada Estado. Dessa forma, cada Entidade Estadual assumiria a responsabilidade da Campanha, agindo livremente para tocá-la para frente, como melhor lhe aprouvesse.

Seria tirada uma fotografia da perspectiva principal, a fim de serem impressos, logo de início, 50.000 cartões em cartolina fina portando a referida fotografia de 0,15 por 0,18 centímetros. Tais cartões seguiriam com o ofício, e as listas acima citadas, para todos os Estados do Brasil. As despesas de todo esse material seriam financiadas pela “Casa da Mãe Pobre”, como cooperação à Campanha da FEB.

Levamos todo esse esquema ao Dr. Wantuil.

Depois de estudarmos os detalhes, ele nos deu a sua aprovação imediata, ficando na dependência do estudo a ser feito pela Diretoria. Uma semana após estava tudo resolvido a contento.

Aprovado o esquema, a maquinaria entrou a funcionar. Tudo pronto, foi o respectivo material enviado para os Estados.

Quando as dávidas começaram a chegar, entrou em ação o trabalho criativo de Zêus Wantuil. Sua cooperação foi muito importante para o grande êxito da notável Campanha Financeira. Cada importância doada, por mínima que fosse, saía registrada na revista da FEB – “O Reformador”. Em cada mês um listão publicava os donativos feitos e respectivos doadores, ao mesmo tempo em que um arrazoado muito  bem apresentado estimulava o meio espírita a novas colaborações, daí resultando êxito sem precedentes.

O Antônio Soares e seus companheiros de lutas redentoras finalmente começaram a receber os proventos necessários ao grande empreendimento.

E a construção febiana em Brasília, uma vez iniciada, jamais parou até sua conclusão. A vit6ria dos companheiros de Brasília, com o companheiro Antônio Soares à frente, foi completa e o resultado de todo esse trabalho ficou patente, com a inauguração da nova sede da FEB, em Brasília, no dia 3 de outubro de 1970.

 

 

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CMP

 

Fonte: Livro Casa da Mãe Pobre 50 anos de amor de Henrique Magalhães

 



 

 

 

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