Viva São Pedro e viva São João na Creche Marieta Navarro Gayo

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Viva São João e viva São Pedro na Creche Isabel a Redentora

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Natal das Crianças nas Creches Isabel “a Redentora” e Marieta Navarro Gaio

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Divulgação CMP Por (Eni) Com muitas brincadeiras, músicas, danças e presentes as crianças  das Creches Isabel  “a Redentora”  de Teresópolis e Marieta Navarro Gaio sediada em Rio de Janeiro, foram contempladas Continue lendo >>>

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Creches realizam festa de encerramento do ano letivo na Casa da Mãe Pobre

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Por (Eni)    Com o apoio da Casa da Mãe Pobre, as creches da Instituição Maria de Nazareth realizaram na tarde do dia 8 de dezembro (sábado),  a festa Continue lendo >>>

 

Edson Cavalcante de Queiroz – parte IV


Capítulo XXXII


Tirando a roupa fiquei abismado, pois ao vesti-la novamente, na cabine, às escuras, nada pude observar, mas agora constatava que meu peito estava enxuto, sem vestígio algum de sangue. Para onde teria ido? perguntava a mim mesmo.

Temos a considerar que as dores causadas pelos cortes contínuos no peito eram atrozes.
E que, terminada a operação, as dores desapareceram, o que confirma que a operação, ou lá o que fosse, deu bom resultado.
Meditando longamente, cheguei à conclusão de que fui operado no perispírito.

E aí temos a resposta à Doutora M. Júlia P. M. Prieto Peres.
Os espíritos podem operar-nos realmente no perispírito, técnica que os médicos da Terra não podem compreender nem aplicar.
No dia seguinte compareceu ao hotel nosso bom amigo, Manoel Ribeiro, presidente de outro Centro Espírita na mesma cidade.

Conversávamos sobre a minha precária situação, quando chegou outro amigo comum, o José Vasconcelos, médium de raros recursos curadores. Após prolongada palestra, o Sr. Manoel pediu ao José que me aplicasse um passe. É necessário esclarecer que o trabalho realizado no meu peito pelo espírito-médico Dr. Joseph, tinha debelado a crise da ameaça de pneumonia, e também diminuído a formidável dor de cabeça, mas esta não tinha desaparecido de todo, as agulhadas persistiam, embora mais brandas. Com o passe de nosso amigo José Vasconcelos, elas desapareceram completamente.
Foi uma lavagem em regra!

No dia seguinte fui visitar o Sr. Manoel e informei-o do resultado miraculoso do passe. Explicou-me ele que os Espíritos afirmavam que os passes aplicados pelo José Vasconcelos exerciam influência diretamente no perispírito.

Não podemos explicar o mecanismo de semelhante fenômeno, mas podemos testificar o seu maravilhoso efeito.
E aqui temos a prova evidente de que os médicos da Espiritualidade, atuam diretamente no perispírito, não somente através das operações, mas também através o passe.

Ninguém pode tirar do meu Espírito essa verdade, porque foi sentida por mim mesmo, no meu organismo.

Dr. Edson Cavalcante Queiroz

“Estamos procurando responder a algumas críticas, formuladas, no artigo de nossa irmã, Dra.  M. Julia P. M. Prieto Peres, publicado na R. I. E. do mês de abril do corrente ano.
Desejamos esclarecer, logo de início, que não estamos escrevendo em sentido de crítica, mas sim de esclarecimento, concorrendo, para a paz e harmonia entre os nossos irmãos em humanidade.
Somos um simples estudioso espírita, desde fevereiro de 1932.

Fizemos parte, como simples trabalhador, do Grupo Espírita André Luiz, no Rio de Janeiro, nos tempos em que o médium de efeitos físicos, Peixotinho, estava em plena ação, servindo de medianeiro a um famoso médico desencarnado, o qual curou centenas de pessoas enfermas.

Também tomei parte em algumas reuniões de materialização, em que atuava o conhecido médium Fábio Machado. E por último tenho assistido, há cerca de 14 anos, até esta data, às reuniões de materializações no Grupo Espírita Dr. Dias da Cruz, na cidade mineira de Caratinga, onde atua como médium nosso querido amigo, Antônio Sales, sob a direção de Dª Maria Coutinho Muniz.

Por outro lado, muito convivi com médicos, num hospital que dirigi no RJ, desde os idos de 1948 até 1980, inclusive. Todos esses eventos me proporcionaram grande experiência na vida e no assunto que estamos abordando.”

Joguei Fora as Muletas

Após a publicação do maravilhoso trabalho relatado pelos três cientistas já citados e a “Nossa Defesa” para as críticas dirigidas ao nosso irmão Edson Queiroz, vamos transcrever um artigo publicado no “Correio Fraterno do ABC”, do estado de São Paulo, de autoria do médium e escritor Jorge Rizzini, na pág. 8,julho de 1995, na coluna “Você Sabia?” intitulado “Joguei Fora as Muletas”, para o que pedimos vênia.

“Em 1982,Elvira Jovino Curcio, italiana, residente em Jacareí, SP, ficou paraplégica após passar por uma cirurgia na coluna vertebral. Eis o depoimento dela ao jornalista Jorge Rizzini: “Fiz uma cirurgia de hérnia de disco, em Jundiaí, no ano passado. Três dias após, quando coloquei os pés no chão, não os senti. Nem mesmo as pernas eu sentia, assim como o quadril. Os médicos bateram radiografias e me disseram que tudo estava normal, mas eu não conseguia nem mesmo me mexer no leito. Então, eles afirmaram que em dois meses eu ficaria curada. E a verdade é que foram nove meses de cruel sofrimento. Eu havia ficado paraplégica, pois o cirurgião lesara dois nervos importantes.

Passei a usar muletas. Com o passar do tempo, minhas pernas começaram a atrofiar e os médicos acabaram por me dizer que não havia mais cura. Foi quando soube das cirurgias do Dr. Edson e Dr. Fritz. Parti para o Recife, sozinha, porque meu marido não tinha dinheiro para me acompanhar. Esperei o Dr. Edson no pátio da Federação Pernambucana. Ele só chegou à meia-noite.

Ao vê-lo comecei a chorar e ele me disse: “- Vou operá-la em Garanhuns”. Na quarta-feira segui para essa cidade. Ele fez uso de agulhas e, creio, de um bisturi porque tenho um corte.

Não senti a menor dor. Havia três repórteres canadenses e muitos médicos assistindo à operação.
No meio da cirurgia, o “Grande Espírito” me disse: “Minha filha, nós vamos ter êxito!”

Dos seus olhos corriam lágrimas. Quando terminou tudo aquilo, ajudada pelo Dr. Edson, em transe, e pelo Dr. Ilo Tenório de Albuquerque, médico de Garanhuns, fiquei de pé. Mas o Dr. Fritz pediu-me que caminhasse sozinha, sem o auxílio de ninguém. E é o que venho fazendo até hoje, como o senhor vê. Joguei fora as muletas.

Ando rápido, sem entortar o corpo, abaixo-me, levanto-me, durmo em qualquer posição. Disse-me o Dr. Fritz que os Espíritos haviam feito em mim como que um enxerto de nervos e uma estimulação nos nervos afetados pelo bisturi do cirurgião da Terra, cujo nome não digo por caridade.

Outro detalhe que não compreendo: eu não falava o português. Sou napolitana, mas assim que cheguei ao Recife, passei a falar, de repente, e muito bem, o português!”

Comentamos:

Esse último detalhe é digno de ser estudado.
Cumpre-nos anotar o sentimento desse médico da Espiritualidade Superior, Dr. Adolph Fritz, testemunhado pela paciente que, com o seu coração transbordando de fé, transladou-se de muletas, da localidade de Jacareí, no Estado de São Paulo, para Recife, no Estado de Pernambuco. Faz-nos lembrar aquelas célebres palavras de Jesus Cristo, dirigi das a outra mulher que tinha sido curada de um fluxo de sangue: “A tua fé te salvou”.

Quase sem dinheiro, pois não podia trabalhar e o marido ganhando pouco, lá se foi ela, apoiada nas suas muletas, atravessando terras e mais terras, para afinal, receber a grande graça de sua cura completa.

Outro fator que nos chama a atenção é a seguinte declaração daquela felizarda:
“- Quando terminou tudo aquilo, ajudada pelo Dr. Edson em Albuquerque, médico de Garanhuns, fiquei em pé. Mas o Dr. Fritz pediu-me que caminhasse sozinha, sem auxílio de ninguém.

E é o que venho fazendo até hoje, como o senhor está vendo.”
Perdoe-me o leitor esta repetição, mas não podia deixar passar esta oportunidade de exaltar o sentimento daquele nobre espírito, Dr. Adolph Fritz, segundo as declarações daquela pobre criatura quando afirma:

“Dos seus olhos corriam lágrimas”.

Que grandes corações devem possuir essas duas nobres almas:
O Dr. Fritz e o saudoso Dr. Edson Cavalcante de Queiroz!

Outra Viagem a Fortaleza

Na volta de uma viagem que fiz a Fortaleza, desembarquei em Recife para visitar os nossos amigos: Dr. Edson e sua nobre esposa, Dª Sônia.
o hotel onde nos hospedamos ficava próximo a sua casa.

Exatamente às 17h penetrei na sala de espera do seu consultório, após consultar sua secretária, pelo telefone, mas, naquela tarde, ele atrasou-se e chegou um pouco mais tarde.

Enquanto esperava, troquei idéias com a secretária sobre os trabalhos daquela grande figura.

Lá para as tantas, revelei-lhe uma visita do nobre casal, Dr. Edson e a esposa, à nossa residência, no Rio de Janeiro, justamente quando me achava no leito, em recuperação de um sério acidente que sofri, atropelado por um automóvel, o qual me jogou no leito por mais de dois meses.
Estavam os dois sentados, quando notei que nossa irmã Sônia estava em estado de gravidez.

Por motivos que não me lembro no momento, fiz um pedido mental a um dos espíritos amigos, sobre o futuro nascimento. O guia informou-me que seria um menino. Desde logo passei a notícia para o casal, mas Da Sônia replicou que ia dar à luz uma menina e que até já havia adquirido roupinhas apropriadas para o futuro bebê.

 



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Após a publicação do maravilhoso trabalho relatado pelos três cientistas já citados e a “Nossa Defesa” para as críticas dirigidas ao nosso irmão
Edson Queiroz, vamos transcrever um artigo publicado no “Correio
Fraterno do ABC”, do estado de São Paulo, de autoria do médium e
escritor Jorge Rizzini, na pág. 8,julho de 1995, na coluna “Você Sabia?” intitulado “Joguei Fora as Muletas”, para o que pedimos vênia.

Fonte: Em Prol da Mediunidade Pequena História do Espiritismo de Henrique Magalhães



 

 

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