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Divaldo Pereira Franco – parte III


 Capítulo XXXIV


Divaldo

Reprodução Web
Divaldo Pereira Franco

Diz-nos “O Livro dos Espíritos”, parte 4 – cap. 1 – “… O homem moral, que se colocou acima das necessidades factícias criadas pelas paixões, já neste mundo experimenta gozos que o homem material desconhece. A moderação de seus desejos lhe dá ao Espírito calma e serenidade. Ditoso pelo bem que faz, não há para ele decepções e as contrariedades lhe deslizam por sobre a alma, sem nenhuma impressão dolorosa deixarem.”

A 1ª Palestra de Divaldo Pereira Franco:

“No dia 27 de abril de 1947, Divaldo proferiu sua primeira palestra em Aracaju, na União Espírita Sergipana.”

Pedimos vênia à Livraria Espírita Editora, para transcrevermos trechos do maravilhoso livro “O Semeador de Estrelas” – autora Suely Caldas Schubert – que deve ser lido por todos os que apreciarem a boa leitura.

Na África Portuguesa- “Persona Non Grata”

E foi ali que o nosso caro irmão, Divaldo Franco, começou a realizar um trabalho de propaganda do Espiritismo, verdadeiramente fenomenal, em vários países africanos.

E Divaldo comenta:

“Graças aos efeitos da estada em Portugal, eu passei a receber correspondência de Moçambique e de Angola, principalmente da cidade de Luanda, entre outras pessoas, com a extraordinária senhora, Maria Cleofé Coutinho. Depois de um largo intercâmbio epistolar com a antiga colônia ultramarina de Angola, onde a polícia política era muito severa, ela perguntou-me se aceitaria um convite para ir, pessoalmente, àquele país e se teria a coragem de pregar o Espiritismo ali, mesmo que corresse algum risco compreensível.

Respondi-lhe que teria, e se ela estava disposta aos mesmos perigos, eu a seguiria com muito prazer.

Estabelecemos um contato muito demorado e cuidadoso. No ano de 1971, a senhora Cleofé teve a precaução de ir à África do Sul e a Moçambique, preparando todo o terreno. Voltou a Luanda e, no mês de agosto do mesmo ano, ela com os amigos cotizaram-se, e brindaram-me com uma passagem Salvador/Johannesburg/ Lourenço Marques/Luanda/ Salvador.

Em Loureço Marques, o confrade José de Pina Gouvêa – que hoje reside no Brasil, em São Paulo, e é o encarregado da livraria do Centro Espírita União, dos nossos irmãos Francisco e Nena Galves, que hospedam o nosso Chico Xavier – ficou empolgado, o mesmo acontecendo com outros confrades.

Eles haviam pedido permissão às autoridades para que eu proferisse uma conferência pública, naquela cidade, e fizeram uma grande propaganda. Mas, à última hora, a polícia civil negou que se realizasse o ato espírita.

Lembro-me como hoje. A conferência era num sábado e, ante essa dificuldade, com tudo fechado – o local era uma quadra de basquete, na chamada Cidade Baixa de Lourenço Marques – eu disse aos amigos, entristecidos:

– Se vocês me levarem ao chefe de polícia eu lhe pedirei permissão para a nossa conferência.

O Gouvêa, muito delicado, levou-me à autoridade. Eu mantive o contato com o capitão que dirigia o labor, numa conversa que durou mais de duas horas.

Falei-lhe demoradamente sobre o Espiritismo e terminei aplicando-lhe um passe para provar-lhe a excelência dos ensinamentos da Doutrina Ele me confessou, depois, que sua mãe, residente na cidade de Leiria, em Portugal, era médium e que ele iria facilitar a nossa conferência, mas que se precisava de autorização por escrito e, por ser um sábado, a secretaria junto do governador não estava funcionando. O homem ficou tão profundamente tocado que me levou ao palácio para conseguir, com a autoridade competente, a permissão – que não foi possível porque, realmente, no sábado, ninguém trabalhava ali.

Mas, ele me disse:

– O Senhor pode fazer a conferência, que eu autorizo.

– Capitão, e se chegarem policiais, detetives e a encerrarem, prendendo-nos? A sua palavra não basta – respondi-lhe.

– Mas, eu irei, e irei uniformizado, para estar ao lado de vocês.

E foi, realmente. Convidamo-lo à mesa e proferi a palestra para mais de mil pessoas.

A seguir, realizei uma conferência na cidade de Nampula. Por essa época havia o movimento revolucionário contra Portugal, porque a Tanzânia está muito perto de Moçambique, e, segundo diziam, ali ficavam os descontentes, que eram treinados na Rússia, em Cuba, e os amigos preferiram organizar a palestra no quartel das Forças Armadas da Cidade, que era um grande núcleo militar para a defesa da fronteira.

O bispo da cidade esteve presente e o tema versou sobre a reencarnação. A reunião foi presidida por um general. Depois, retomei a Lourenço Marques.

Em Angola, visitei muitas cidades, dando entrevistas em emissoras de rádios, a jornais e cuja coleção temos arquivada.”

“O Máscara-de-Ferro.” Comunicação Mediúnica Através de Chico Xavier

“Notável, sob todos os aspectos, a comunicação mediúnica do espírito desse sacerdote, em Uberaba, através do nosso querido Chico Xavier.

Em 13 de janeiro de 1960, Divaldo tem o ensejo de conversar com o seu adversário por intermédio da mediunidade do Chico.

Por que conversar através de um médium, se já havia um permanente contato entre ambos?

É a pergunta que surge, espontânea.

É evidente que a comunicação mediúnica, neste caso, representa uma comprovação admirável de todo o sofrido relacionamento existente há vários anos.

Divaldo o vê falando através do médium mineiro e pela primeira vez toma conhecimento de todos os detalhes, motivos e intenções dessa perseguição sem tréguas.

Um impressionante desfile de fatos passados, de lembranças e de sofismas acontece então.

Citações são feitas com precisão de datas e locais, rememorando ocorrências difíceis, das quais ele se diz o agente provocador.

Divaldo, finalmente toma conhecimento dos motivos da implacável perseguição que vinha sofrendo.

Na parte final da comunicação faz uma advertência muito séria quanto aos meios que adotaria dali por diante. É um ultimato.

Confessa, sem subterfúgios e cinicamente, que se utilizará da bondade, da oferenda de recursos e valores, acenando com os triunfos mundanos. Insinua que Divaldo poderia conquistar as glórias do mundo e para isso ele estaria por perto para proporcioná-las, sabendo, de antemão, que este é um dos testes mais difíceis de ser vencido. Incontáveis médiuns têm sucumbido ante os acenos do prestígio, da fortuna ou de qualquer forma de poder.

Acrescenta, em seguida, novas ameaças capazes de balançar até os mais experientes.

“Aonde quer que vá, a humilhação, o desrespeito e o sofrimento lhe estarão esperando.”

E faz, segundo Divaldo, um prognóstico sombrio, que se concretizou em grande parte:

“Ou aceita o meu ultimato, ou onde for pregar a sua malsinada Doutrina, defrontará com a minha presença e, desmoralizado pelos seus correligionários e confrades não terá coragem de abrir a boca para coisa alguma. O momento é hoje e se não se voltar para o nosso compromisso, prepare-se para testemunhar se é verdadeira a sua integração nesse trabalho ou não.”

Terríveis palavras estas.

Carreadas pelo ódio varreram como um tufão os dias de Divaldo Franco.

Sementes de rancor, de torpezas, de injúrias foram sendo lançadas a partir daquele momento. Caídas em terra fértil, em leiras descuidadas, em quintais abandonados, em terrenos baldios, rapidamente medraram.

Corações humanos! Sentimentos frágeis, vacilantes, que apenas começam a existir, no seu sentido legítimo! Não suportam os ventos que pressagiam tempestades e estiolam-se sob a inclemência do sol causticante. A maior parte tem a duração de uma flor e fenece ante os rigores do tempo.

Divaldo irá constatar, dentro em breve, que a predição do Espírito se torna realidade dolorosíssima.

Corações, antes amigos, afáveis, amorosos fecham-se e se distanciam, quando não se tornam agressivos. Afetos, amizades que se construíram em dias de sol radiosos desmoronam ao primeiro sinal de intempérie.

São nossos, todos esses sentimentos. Fazem parte de nosso ser ainda imaturo e infantil.”

A seguir transcrevemos mais um trecho do livro “O Semeador de Estrelas”:

Mediunidade e Oratória “Durante a viagem pelos Estados Unidos e Canadá, fui a primeira vez a Montreal, que fica no Estado de Quebec, a convite da Spiritual Science Fellowship, que é dirigi da pela professora e médica psiquiatra, PHD, Marylin Rossner. Ela é a fundadora-presidente.

 



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Pedimos vênia à Livraria Espírita Editora, para transcrevermos trechos do maravilhoso livro “O Semeador de Estrelas” – autora Suely Caldas Schubert – que deve ser lido por todos os que apreciarem a boa leitura.

Fonte: Em Prol da Mediunidade

Pequena História do Espiritismo de Henrique Magalhães

 



 

 

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