Natal das Crianças nas Creches Isabel “a Redentora” e Marieta Navarro Gaio

Natal das Crianças nas Creches Isabel “a Redentora” e Marieta Navarro Gaio

Divulgação CMP Por (Eni) Com muitas brincadeiras, músicas, danças e presentes as crianças  das Creches Isabel  “a Redentora”  de Teresópolis e Marieta Navarro Gaio sediada em Rio de Janeiro, foram contempladas Continue lendo >>>

Natal das Crianças nas Creches Isabel “a Redentora” e Marieta Navarro Gaio

Natal das Crianças nas Creches Isabel “a Redentora” e Marieta Navarro Gaio

Divulgação CMP Por (Eni) Com muitas brincadeiras, músicas, danças e presentes as crianças  das Creches Isabel  “a Redentora”  de Teresópolis e Marieta Navarro Gaio sediada em Rio de Janeiro, foram contempladas Continue lendo >>>

Creches realizam festa de encerramento do ano letivo na Casa da Mãe Pobre

Creches realizam festa de encerramento do ano letivo na Casa da Mãe Pobre

Por (Eni)    Com o apoio da Casa da Mãe Pobre, as creches da Instituição Maria de Nazareth realizaram na tarde do dia 8 de dezembro (sábado),  a festa Continue lendo >>>

Creches da Casa da Mãe Pobre comemoram o dia das crianças

Creches da Casa da Mãe Pobre comemoram o dia das crianças

Creche Marieta Navarro Gayo e  Creche Isabel a Redentora, promovem festa em homenagem às crianças. Por (Eni) Num clima bastante animado e descontraído, as Creches Marieta Navarro Gayo e Continue lendo >>>

Alunos do Instituto Stella Almeida – ISA, realizam importante visita  a CMP  e fazem doações

Alunos do Instituto Stella Almeida – ISA, realizam importante visita a CMP e fazem doações

Por (Eni) Alem  das relevantes doações que são importantes na nossa rotina diária, demonstraram enorme amor e carinho  para nossos idosos e crianças assistidas em nossas instituições. Os alunos Continue lendo >>>

 

Divaldo Pereira Franco – parte II


Capítulo XXXIV


divaldo-franco

Reprodução Web
Divaldo Pereira Franco

Mas com a guerra chegando cada dia mais perto do Brasil, a recessão também aumentava. Com menos de quinze dias de admitido ele foi demitido … Que fazer? Voltar para a modesta pensão em que morava seria arriscado.

A senhora, pobre também, desconfiaria que ele estava sem trabalho e certamente iria despejá-lo. Perambulou pela cidade e foi parar na amurada do alto do Elevador Lacerda. Pensava e chorava. Apareceu-lhe sua irmã Nayr, desencarnada, que lhe disse:

“- Matar-se, nunca! O suicídio é o maior crime que se pode cometer, meu irmão.”

Um bonde parou e ele embarcou. Os bancos estavam cheios de passageiros, mas passageiros que, na realidade, só ele via. Eram Espíritos. Como aquele jovem ficasse de pé com o bonde vazio, o motorneiro indagou, aos gritos, porque ele não se sentava …

Uma senhora de cor, cabelos carapinha, blusa branca, saia rodada de rendas, olhou para ele, sorriu com extrema bondade e disse:

“- Vem cá, meu filho. Senta aqui perto da velha Conceição.”

Divaldo atendeu e Dona Conceição continuou:

“- Tem um Espírito aqui me dizendo que gosta muito de vosmicê. Diz que não deve ficar triste com a vida. Sua mainha está lá longe, mas rezando para vosmicê. Confie em reza de mãe, meu filho! Como ela está longe,eu estou aqui. Serei sua amiga.

Está bem?”

“- Como é que a senhora sabe disto tudo? A senhora também vê os mortos?”

“- Sim, meu filho.”

“- Então eu não sou maluco!

Louvado seja Deus!”

“- Pelo menos agora somos dois malucos … Vamos para minha casa, casa de pobre, conversar e tomar café com broa de milho.”

Na casa de Dona Conceição, excelente médium que deu guarida aquele maravilhoso moço, Divaldo Pereira Franco ouviu explicações sobre as manifestações dos Espíritos.

“- Eles existem?” – perguntou Divaldo.

“- Existem, sim. Eles andam, falam, conversam, contam casos que nem gente “viva”. Tem bons e tem menos bons. Vosmicê gosta de Jesus?”

E Divaldo respondeu:

“- Gosto muito.”

“- Lembre-se, sinhozinho, de que Jesus além de ser irmão é também nosso patrão … Patrão tem sempre um serviço para nós.

Às vezes podemos não gostar do serviço, mas ordem é ordem. A gente tem que fazer, confiando em Jesus com alegria. Compreendeu?

Durante dois anos, ou um pouco mais, Divaldo ia à casa de Dona Conceição e passeavam entre pequenos canteiros de flores.

Anos mais tarde, já na Mansão do Caminho, onde Dona Conceição passou a residir, sob frondosas mangueiras, Divaldo atento, ainda ouvia seus esclarecimentos sobre Espíritos e sobre a bondade de Jesus. Dona Conceição desencarnou como um passarinho, segurando as mãos do sinhozinho.

O tempo foi passando. O jovem estudou os livros de Allan Kardec. Tornou “O Livro dos Espíritos” o seu livro de cabeceira. Depois, como um Paulo de Tarso dos nossos tempos, saiu a pregar a Boa Nova.”

Continuamos com mais um relato de Dona Ana Maria S. Luiz:

“Os Percalços de um Tarefeiro do Bem”

“Organizando ou assistindo palestras de Divaldo Pereira Franco, muito tenho aprendido com as situações por ele vivenciadas. Não foram poucos os instantes de aprendizado.

Contou-nos ele mesmo que,quando jovem, trabalhava no antigo IPASE, em Salvador. Perto de sua mesa sentava-se uma simpática e alegre colega, Georgete. O chefe de ambos, homem muito correto, mas um tanto austero, não admitia brincadeiras em serviço.

Divaldo Pereira Franco era, então, responsável pelo atendimento ao público. A todos que chegassem ao balcão, deveria ele fornecer informações sobre a situação do segurado. Era comum que para lá se dirigisse várias vezes durante o dia.

Nessas ocasiões Divaldo notava que seu chefe o olhava contrafeito. O rapaz não entendia o porquê dos olhares. Certo dia após ir ao balcão atender um segurado, foi interrogado pelo chefe, quando passava pela sua mesa:

“- O que é agora?”

“- O chefe não está vendo o cliente?”

“- Que cliente? Como é o nome dele?”

E quando Divaldo se virou para o balcão, para sua surpresa, o segurado havia desaparecido.

Só ele o havia visto, era um desencarnado … Foi então ao “arquivo morto” e lá estava a ficha do “morto” que acabara de falar com ele.

Conversando com sua amiga Georgete combinaram um pequeno esquema para o livrar de situações difíceis em seu ambiente de trabalho.

“- Divaldo, quando alguém aparecer no balcão você deve primeiro olhar para mim. Se eu estiver vendo alguém, farei um pequeno sinal com a cabeça e então você se levanta e atende ao segurado, está bem?!”

E assim ficou acertado. Durante todo o dia Divaldo olhava várias vezes para Georgete e esta delicadamente lhe acenava com a mão. Outras vezes, a querida amiga, afirmativamente, balançava com a cabeça um sim.

O episódio aí está registrado e servirá para que todos nós,trabalhadores de diferentes instituições espíritas, possamos refletir em nossas atitudes, no desempenho de nossas atividades. Frequentamos o Centro Espírita, tomamos passes e de lá nos retiramos julgando-nos preparados aptos para os Mundos de Regeneração.

Estaremos realmente fazendo a parte que nos compete? São algumas das muitas indagações que nos surpreendem a mente, quando tomamos conhecimento de alguns percalços de um Tarefeiro do Bem.”

E continua Dona Ana Maria relatando:

“O Acidente com Divaldo”

“Corria o ano de 1987. Divaldo Franco iria proferir mais uma de suas Conferências inesquecíveis. Também participaria de um seminário sobre “Ciência do Espírito” em cidade próxima ao Rio de Janeiro. Parte, então, de Salvador num vôo que chega à Cidade Maravilhosa aproximadamente às doze horas. No aeroporto é recepcionado por companheiras das lides espíritas. Seguem imediatamente para o compromisso. Vão trocando idéias, no veículo que os transporta, conversando jubilosos pela oportunidade concedida pelo pai daquele reencontro benfazejo para todos.

Começa, então a chover copiosamente … De repente, o automóvel fica desgovernado, talvez por falha mecânica ou por algum óleo espalhado no asfalto.

Bate na mure ta de proteção várias vezes. Agora vai em direção do barranco do lado direito da estrada. Os passageiros do banco de trás, acabam batendo com o rosto nos estofados.

Estão aflitos. O médium começa a clamar, em voz alta, a proteção de Deus.

joana-de-angelis

Reprodução Web
Joanna de Ângelis é a guia espiritual do médium espírita brasileiro Divaldo Franco

Nesse instante vê a suave Benfeitora aproximar-se. Joanna de Ângelis abre o manto azul e branco como a envolver o capô do automóvel. O auto estanca a poucos centímetros do abismo …

Um caminhoneiro presta-lhes os primeiros socorros. Ambulância da cidade nos arredores do acidente leva as senhoras para a Santa Casa local.

Divaldo, então, precisa prosseguir viagem em atenção ao compromisso pré estabelecido.

Sente dores, mas não as comenta … Divisa ao longe um táxi, que inesperadamente, por ali passa. Acena ao motorista que para. Apanha então a sua bagagem e transporta-a para o táxi.

Quando chega ao seu destino, a anfitriã observa que sua cabeça está repleta de cacos de vidro provenientes do para-brisas quebrado. No entanto, algo mais sério havia ocorrido. Divaldo estava com uma vértebra rachada. Continua não comentando com ninguém. Profere as conferências, e só nos dias subsequentes é que se dirige ao médico!

“E dizer-se que alguns confrades, em conversas comigo, dizem-me que adorariam a “agradável vida de viagens” de Divaldo Franco!!!…”

 



… pág. 1  2  3  4


 

 

Fonte: Em Prol da Mediunidade

Pequena História do Espiritismo de Henrique Magalhães

 

 



 

 

CONTATO

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...