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Viva São João e viva São Pedro na Creche Isabel a Redentora

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Natal das Crianças nas Creches Isabel “a Redentora” e Marieta Navarro Gaio

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Creches realizam festa de encerramento do ano letivo na Casa da Mãe Pobre

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Cura de uma parturiente pelo magnetismo

cura

                     Reprodução Web


 


Foi em 1953 que se passou este caso.

Uma parturiente pobrezinha estava internada na “Casa da Mãe Pobre” apos dar à luz o seu filho. Vítima de um ataque de eclampsia, com interferência em suas faculdades mentais, vinha a infeliz criatura sendo tratada com todo o carinho pela equipe do Dr. Oswaldo Nazareth, diretor médico da Instituição. Não obtendo resultado, veio comunicar-nos que iria providenciar seu internamento no hospital de alienados mentais, no Engenho de Dentro. Pedimos-lhe para esperar, a ver se conseguiríamos algumas melhoras através de nossas reuniões espirituais.

Dias depois, não havendo mudanças razoáveis na saúde da enferma, o Dr. Nazareth convidou-nos a visitá-la, justamente quando a enfermeira estava procurando alimentá-la. Apesar dos esforços e da paciência da enfermeira, a paciente cerrava os dentes e se negava a abrir a boca para engolir o alimento.

O Dr. Nazareth dirigiu-nos um olhar de censura, como a dizer:

“Está vendo? Não há jeito de mantê-la na enfermaria. Temos de enviá-la para o Hospital” de alienados. ”

Antes, porém, que ele dissesse algo, lembramos de um caso idêntico, não no todo, mas em parte.

Tratava-se de uma parenta que sofria de ataques epiléticos. Certa feita, fomos, com a família, visitá-la.

A noite, quando o lanche foi colocado à mesa, todos se sentaram, menos a enferma, que era a dona da casa e nos estava servindo. Depois que todos já estavam servidos, sentou-se ela à mesa para alimentar-se. E foi nesse momento que a pobre criatura sofreu a ação dessa anomalia. Ficando em pleno mutismo, não comia nem tão pouco falava. Verificando que a coitadinha continuava olhando para a alimentação sem poder tocá-la, nós, que estávamos sentados numa cadeira de balanço, fixamos os olhos na direção da cabeça da paciente e ordenamos-lhe somente com o pensamento:

“Maria, come!”

Repetimos a ordem por várias vezes, com todo o potencial de nosso pensamento.

Daí a instantes, a paciente começou a comer sofregamente, como se nada tivesse acontecido.

Ao lembrarmos desse fato, tentamos aplicar a mesma técnica na pobre paciente do Dr. Nazareth, que estava agora na nossa frente.

Recuamos um pouco, ficando ao lado e um pouco atrás do médico. Jogamos todo o poder do nosso pensamento à mente da pobre parturiente e fomos repetindo a ordem mental:  Come, come, come …

Instantes após e inesperadamente deu-se a reviravolta. A paciente abriu a boca e começou a comer com tanta fúria que por pouco não se engasgava.

Nessa altura, o Dr. Nazareth voltou a olhar para o nosso lado, esboçou ligeiro sorriso e comentou:

“E … O senhor ganhou … prossiga … ”

A paciente continuou na Enfermaria da “Casa da Mãe Pobre” por mais alguns dias, até que teve alta definitiva.

E assim se evitou que uma pobre parturiente fosse jogada num catre de doentes mentais, após dar à luz o seu filhinho. Talvez lá, nesse hospital, junto a outros doentes mentais, ficasse ela longos meses em tratamento, prejudicando irremediavelmente o seu fraco organismo e a alimentação da criança.

Há muitas criaturas que possuem força magnética, sem se aperceberem dessa virtude, riqueza que Deus nos concede. Mas quando esclarecidos no Espiritismo, se se dedicarem a esse maravilhoso estudo, podem fazer maravilhas junto a seus irmãos em humanidade.

E você, meu irmão, que lê estas páginas singelas, pode também fazer experiências com seu pensamento. Se possuir essa faculdade latente e desejar aplicá-la para o Bem, pode estar certo de que, cedo ou tarde, vai conseguir o seu intento.

O Senhor nos ilumine!

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CMP

 

Fonte: Livro Casa da Mãe Pobre 50 anos de amor de Henrique Magalhães

 



 

 

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