Creche Isabel a Redentora comemora a chega da estação das flores

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Por (Eni) A primavera é uma estação de muita cor, luz,  alegria e prosperidade. As paisagens enchem-se de cores, deixando ruas, campos, parques e jardins com o aspecto alegre Continue lendo >>>

Semana do Folclore na Creche Marieta Navarro Gayo

Semana do Folclore na Creche Marieta Navarro Gayo

Por  (Eni) O nosso país, é dono de uma riqueza cultural incomparável, graças à mistura entre diferentes etnias dos mais variados povos e culturas. O folclore brasileiro é bem Continue lendo >>>

Viva São Pedro e viva São João na Creche Marieta Navarro Gayo

Viva São Pedro e viva São João na Creche Marieta Navarro Gayo

Por (Eni) A festa junina é uma tradição e faz parte da cultura escolar, anima e promove a socialização entre crianças, famílias e professores. Os 75 alunos da creche Marieta Continue lendo >>>

Viva São João e viva São Pedro na Creche Isabel a Redentora

Viva São João e viva São Pedro na Creche Isabel a Redentora

Por (Eni) Neste clima  de muita descontração, alegria e animação, que as criancinhas  da Creche Isabel a Redentora realizou o Arraiá de São João no ultimo dia 27. “Festas Continue lendo >>>

Natal das Crianças nas Creches Isabel “a Redentora” e Marieta Navarro Gaio

Natal das Crianças nas Creches Isabel “a Redentora” e Marieta Navarro Gaio

Divulgação CMP Por (Eni) Com muitas brincadeiras, músicas, danças e presentes as crianças  das Creches Isabel  “a Redentora”  de Teresópolis e Marieta Navarro Gaio sediada em Rio de Janeiro, foram contempladas Continue lendo >>>

 

Casa da Mãe Pobre, uma grande família

Entendemos que a todos, mas os papeis são diferentes, porque suas circunstâncias são diferentes.

Disse Deutsch:

As empresas japonesas vêem com desagrado que na América o termo “velho” não seja sinônimo de “sábio”.

A isto mesmo se refere João Paulo II quando afirma que “há culturas que manifestam uma singular veneração e um grande amor pelo ancião; longe de ser distanciado da família ou de ser suportado como um peso inútil, o ancião permanece inserido na vida familiar, continua tomando parte ativa e responsável – ainda devendo respeitar a autonomia da nova família – e sobretudo desenvolve a preciosa missão de ser testemunha do passado e inspirador de sabedoria para os jovens e para o futuro”.

Uma pequena observação: o Papa fala de anciãos, não de velhos.

O ANCIÃO, NO APOCALIPSE, É UM HOMEM CHEIO DE FORÇA

Nesta terra, melhor é homem de forças esgotadas, mas com juventude acumulada em sua experiência e em seu coração, se soube aproveitar o tempo para crescer como pessoa.

Nesta terra,”ser ancião implica haver vivido uma prolongada existência, encontrar-se ao final de uma longa viagem, talvez bastante cansado. A ancianidade é também tempo de despedidas; as coisas e os afãs vão lhe deixando”.

O ancião é o vazio e o inútil para uma civilização saturada de materialismo hedonista. Por isso, quando se escreve perto deles há que dizer, com força, que “não é verdade que os anciãos sejam inúteis ou constituam uma carga difícil de suportar (…) Nos deram muito, quando se encontravam em plena força; nos dão agora, no acaso de sua vida, com sua presença venerável, com seu sofrimento silencioso, com sua palavra acolhedora.

“Privar à humanidade dos anciãos, seria tão bárbaro como privá-la das crianças”.

Mas esta sociedade bem estável e permissiva está disposta a privar-se de uns e de outros.

O ancião é testemunha do passado. Portanto, de um valor incalculável para recuperar, em cada família, heranças espirituais perdidas. As heranças das melhores biografias de outras gerações dessa mesma família.

É assombroso ver o pouco interesse que há, em muitos lugares, por saber algo mais dos melhores antepassados. Os avós mais velhos poderiam dar-nos alguma notícia deles, isto é, de seus avós. E assim, além disso, eles seriam menos protagonistas e mais testemunhas.

Na realidade, “a vida dos anciãos ajuda a esclarecer a escala de valores humanos; faz ver a continuidade das gerações e de maneira maravilhosa a interdependência do Povo de Deus. Os anciãos têm além disso, o carisma de romper as barreiras entre as gerações antes de que se consolidem”.

Desde a orientação familiar, se lhes pode ajudar aos avós mais velhos “a descobrir e a valorizar as incumbências dos anciãos na comunidade civil e eclesial, e em particular na família”, citando palavras de João Paulo II.

Por outro lado, são inspiradores da sabedoria para os jovens e para o futuro. Isso ocorre, realmente, quando forem capazes de superar as diferentes crises, que se dão, na vida humana, entre fase e fase, e alcançarem a fase vital do homem sábio, daquele que sabe que tem, superada a crise do desprendimento. E além disso, não foram marginalizados da vida familiar de seus descendentes.

Desde a orientação familiar, se pode fazer muito, a este respeito, com os avós mais velhos, com seus filhos, com suas noras e genros, com seus netos, para que eles possam unir dois tempos – às vezes, bem longe -: o passado e o futuro, no presente de sua família extensa.

E os avós jovens?

Com respeito a isso, podemos dizer que estamos treinando uma nova geração de avós:

OS AVÓS DO SÉCULO XXI

Para então serão avós mais velhos. Hoje, são todavia:

– ATIVOS
– TRABALHADORES
– JOVENS DE ESPÍRITO
– COM MAIS TEMPO LIVRE, TALVEZ
– COM GRANDE EXPERIÊNCIA
– COM ILUSÃO
– CAPAZES DE SEGUIR APRENDENDO

 


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