Loja Maçônica Perfeita União 8 nr 70,  entrega presentes a crianças da Creche Marieta Navarro Gayo

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Instituição Maria de Nazareth, Casa da Mãe Pobre recebe visita da MV1

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Por (Eni) A Instituição Maria de Nazareth, Casa da Mãe Pobre, esteve movimentada em 29 de novembro passado por uma turma de ilustres visitantes do conceituado Colégio MV1 – Continue lendo >>>

Creche Isabel a Redentora comemora a chega da estação das flores

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Por (Eni) A primavera é uma estação de muita cor, luz,  alegria e prosperidade. As paisagens enchem-se de cores, deixando ruas, campos, parques e jardins com o aspecto alegre Continue lendo >>>

Semana do Folclore na Creche Marieta Navarro Gayo

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Viva São Pedro e viva São João na Creche Marieta Navarro Gayo

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Por (Eni) A festa junina é uma tradição e faz parte da cultura escolar, anima e promove a socialização entre crianças, famílias e professores. Os 75 alunos da creche Marieta Continue lendo >>>

 

Casa da Mãe Pobre 50 anos de amor

Henrique Alves da Cunha Magalhães nasceu em 4 de dezembro de 1900 (quatro meses após o passamento de Bezerra de Menezes), na Freguesia dos Telões, Conselho de Amarante, Distrito do Porto, em Portugal, filho de Manoel Alves da Cunha Magalhães e de Ana Augusta da Cunha Coutinho. Aos 12 anos de idade, na companhia de um casal de primos de sue genitor, embarcou para o Brasil, chegando ao Rio de Janeiro em 11 de novembro de 1912. Até 1920, trabalhou arduamente no comércio para ganhar o pão de cada dia, mas as seqüelas da “gripe espanhola”, contraída em 1919, obrigaram-no a retornar à casa paterna. Durante a viagem a enfermidade cedeu por completo, e Henrique após visitar os pais, regressou ao Brasil, onde se estabeleceu definitivamente.

Em 1931, adoeceu novamente, e fixou residência em Teresópolis, onde grassava uma epidemia de meningite. Com a filha mais nova atingida pela terrível enfermidade, Henrique, vendo-a piorar apesar dos desvelos do médico, aceitou a sugestão de obter uma receita homeopática dos Espíritos, não obstante sua aversão ao Espiritismo.

Operou-se a “milagrosa” cura e Henrique começou a estudar O Evangelho Segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, compreendendo o quanto andava distanciado de Jesus.

Em 1937, o Alto, através do Espírito Dr. João de Freitas, exortou-o a que, juntamente com outros idealistas, empreenda a fundação, em 1941, da benemérita Instituição Maria de Nazareth – Casa da Mãe Pobre, que passou a dirigir, desde quando, em 1946, substituiu seu primeiro Presidente, o Dr. Coriolano de Góis, falecido naquele ano.

Sob sua condução, as atividades da Instituição, inspiradas no amor da Mãe Santíssima, expandem-se sob a forma de serviços assistenciais de diversa natureza, prestados em Teresópolis – Creche e Lar Isabel a Redentora, Mansão dos Velhinhos, Grupo Escolar Isabel a Redentora -, e no Rio de Janeiro – Hospital Maternidade e Ambulatório Dr. João de Freitas, Abrigo Sylvia Penteado Antunes e Lar Lucílio Ribeiro Torres, Creche Marieta Navarro Gaio.

Com o magnetismo das almas que tudo sacrificam pelo bem do próximo e que confiam absolutamente na Providência Divina, sem se descuidarem de cumprir os deveres que lhes asseguram os favores celestes, Henrique Magalhães, não obstante desprovido de grandes recursos, atraiu para a sua benemérita obra o concurso de devotados idealistas, assim assegurando, com o indispensável sustento do Alto, a continuidade de um serviço digno do venerando Espírito que o havia inspirado – Maria de Nazaré, a Mãe de Jesus.

O querido companheiro ainda encontrava tempo, em meio a uma intensa atividade, para escrever livros com que edificasse as novas gerações e as atraísse para a Seara do Mestre, tendo saído de sua pena as obras A Casa da Mãe Pobre – 50 anos de Amor, em 1991; Como Fundar e Manter Obras Assistenciais, 1995; Em Prol da Mediunidade – Pequena História do Espiritismo, 1998. A Conferência Espírita Brasil-Portugal (16 a 19/3/2000) prestou-lhe sentida homenagem, por ocasião do seu centenário de nascimento, quando, por iniciativa de Francisco Bispo dos Anjos, a Federação Espírita do Estado da Bahia publicou um folheto em que, entre outros textos, figuram dados biográficos de nosso homenageado.

Também a Federação Espírita Brasileira, em júbilo pelo grato evento, dedicou-lhe, em Reformador de novembro daquele ano, o artigo “Henrique Magalhães no seu Centenário”, de cujos informes biográficos nos servimos para a presente notícia.

Henrique Magalhães sempre foi um inestimável amigo da Federação Espírita Brasileira, tendo colaborado para a construção da Sede Central, em Brasília (DF), e do Departamento Gráfico, no bairro de São Cristóvão, no Rio de Janeiro (RJ), para não falar do serviço silencioso e fiel, de todos os dias, em prol dos ideais que norteiam os destinos da Casa de Ismael na Terra.

Foi membro de seu Conselho Fiscal durante vinte anos, membro de seu Conselho Superior desde 1975 e representante do Ceará no Conselho Federativo Nacional, de 1951 a 1985. Já no fim de sua existência, Henrique Magalhães, carregando as naturais limitações que a idade lhe impunha, afirmava feliz: “E continuo trabalhando, com a graça de Deus”, com que oferecia a seus irmãos de lutas terrenas uma profunda lição de bom ânimo e de perseverança no bem.

Agora, liberado do cárcere físico, no pleno uso de sua liberdade espiritual e animado pelo mesmo ideal a que consagrou a sua vida inteira, nosso irmão certamente terá reafirmado, tanto às legiões luminosas que o aguardavam nas regiões felizes do mundo espiritual, como aos pequeninos aos quais serviu com o seu inquebrantável amor, o compromisso com Jesus, dizendo-lhes: “E continuarei trabalhando, meus irmãos, sempre com a graça de Deus!”.

Deus o ilumine e ampare, Henrique Magalhães, caro Irmão e Companheiro de Ideal Espírita, são os votos sinceros de todos os que na Terra pudemos desfrutar de sua amizade, de sua generosidade, de seu amor fraternal!  


Fonte:  Autores Espiritas Classicos  


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