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As Primeiras Vítimas
22 de janeiro de 2014 Creche “Isabel a Redentora”, Teresópolis, RJ

 


Capítulo IV

sinedrio1

                 Reprodução Web

“Falais de Moisés e dos Profetas, repito. Acreditais que os antepassados veneráveis mercadejassem com os Bens de Deus? (referia-se às pombas, que eram vendidas no templo de Jerusalém, por bom dinheiro, que ia para os cofres do templo. E outros casos … )

Moisés, o Grande legislador, viveu entre experiências terríveis e dolorosas.

Jeremias, o Grande Profeta, conheceu longas noites de angústia, a trabalhar pela intangibilidade do nosso patrimônio religioso, entre as perdições da Babilônia.

O profeta Amós era pobre pastor, filho do trabalho e da humildade.

O profeta Elias sofreu toda a sorte de perseguições e foi compelido a recolher-se no deserto, tendo só lágrimas como preço do seu ilunimismo.

O profeta Esdras foi modelo de sacrifício, pela paz dos seus compatriotas.

O profeta Ezequiel foi condenado à morte por haver proclamado a verdade.

E o profeta Daniel curtiu as infinitas amarguras do cativeiro”(2)

O duelo de acusações entre as duas partes continuou, até que Saulo, impulsionado pelo ódio, pediu aos membros do tribunal do templo a condenação de Estevão, o que lhe foi concedido imediatamente, sendo a vítima condenada à morte por apedrejamento.

Comentamos:

Esse foi o infortúnio de todos esses grandes profetas, sabendo-se que a palavra “profeta” é a tradução de médium, na atualidade. Eles se rebelavam contra os dirigentes daquelas épocas, que cometiam erros clamorosos, e estes, em represália, os condenavam, sendo que, para alguns deles, a condenação era a morte.

(2)Extraído do livro “Paulo e Estevão”, pág. 114, editado pela FEB, a quem pedimos vênia para transcrever. Rogamos aos nossos leitores, adquirirem este livro, uma das joias do Espiritismo.

 


 


 

 

Fonte: Em Prol da Mediunidade

Pequena História do Espiritismo de Henrique Magalhães

 



 

 

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