Natal das Crianças nas Creches Isabel “a Redentora” e Marieta Navarro Gaio

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Divulgação CMP Por (Eni) Com muitas brincadeiras, músicas, danças e presentes as crianças  das Creches Isabel  “a Redentora”  de Teresópolis e Marieta Navarro Gaio sediada em Rio de Janeiro, foram contempladas Continue lendo >>>

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Creches realizam festa de encerramento do ano letivo na Casa da Mãe Pobre

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Por (Eni)    Com o apoio da Casa da Mãe Pobre, as creches da Instituição Maria de Nazareth realizaram na tarde do dia 8 de dezembro (sábado),  a festa Continue lendo >>>

Creches da Casa da Mãe Pobre comemoram o dia das crianças

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Creche Marieta Navarro Gayo e  Creche Isabel a Redentora, promovem festa em homenagem às crianças. Por (Eni) Num clima bastante animado e descontraído, as Creches Marieta Navarro Gayo e Continue lendo >>>

Alunos do Instituto Stella Almeida – ISA, realizam importante visita  a CMP  e fazem doações

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Por (Eni) Alem  das relevantes doações que são importantes na nossa rotina diária, demonstraram enorme amor e carinho  para nossos idosos e crianças assistidas em nossas instituições. Os alunos Continue lendo >>>

 

Arigó o famoso e grande Médium – parte IV

Los-milagros-de-Ze-Arigo

Reprodução Web
José Arigó realizando cirurgia


Capítulo XXXI


Inquérito na Justiça:

No dia 12 de agosto de 1956, Arigó foi oficialmente acusado. O inquérito prosseguiu e a 26 de março de 1957, foi condenado à 15 meses de prisão e a pagar uma multa de cinco mil cruzeiros (mais do que ele ganhava, anualmente).

Perdão do Presidente da República

Em 1958, o então Presidente da República, Juscelino Kubitschek, tomou conhecimento do Caso Arigó. Ficou impressionado com o que tinha observado e enviou para Congonhas o Perdão Presidencial, pois, quando em sua campanha política, visitou Arigó e conheceu o seu trabalho.

Em 1961, expirou o seu mandato.
Em 1963, o Dr. Henry Andrija Puharich e Henri Belk visitaram Congonhas. Foi quando o Espírito Dr. Fritz, incorporado ao seu médium Arigó, extirpou um “lipoma” do braço do Dr. Henry, que há tempos o vinha incomodando.

Essa proeza do Dr. Fritz saiu num jomal de grande circulação e era o que o advogado de acusação estava esperando. Essa publicação serviu de prova ao Juiz Elesto Soares, de Congonhas do Campo, que condenou o “Zé Arigó” pela segunda vez, em 20 de novembro de 1964, a 16 meses de prisão. Arigó entregou-se à Justiça, ficando preso, na cadeia.

A defesa apelou. E em 24 de junho de 1965 foi posto em liberdade condicional.
O advogado de defesa não descansou. Continuou a defender o seu constituinte e conseguiu levar o caso ao Poder Supremo da Justiça.
Entrou em ação desde logo o Juiz Felippe Immersi, o qual quis conhecer o caso na fonte, transladando-se a Congonhas.

Sem se fazer anunciar, procurou o “Zé Arigó”, justamente quando ele se preparava para fazer duas operações de catarata, nos dois olhos de uma velhinha pobremente vestida.

Esse intimorato Juiz, que possuía inteligência mais avançada, compreendeu perfeitamente o caso e modificou a sentença do seu colega. Os oito meses que faltavam ao médium para terminar o tempo de sua prisão, foram reduzidos para dois meses.

Pouco tempo após, terminaram os “martírios e os tormentos” de José Pedro de Freitas – o “Zé Arigó”.

Enquanto médicos brasileiros da “alta” – referimo-nos a alguns ,que realmente, têm estudos avançados sobre a ciência do corpo humano – condenam os médiuns que servem de porta-voz aos seus colegas da Espiritualidade, outros médicos, da América do Norte, vêm ao Brasil para estudar o “fenômeno Arigó”.
 
Dos vários milhares de criaturas, que foram tratadas e operadas pelo bondoso e inteligente Dr. Fritz, nenhum deles morreu – como afirmamos aqui na Terra – após as cirurgias realizadas. Isso vem provar que os médicos da Espiritualidade, estão mais preparados do que os terrenos. 

E os médicos norte-americanos, na pessoa do Dr. Henry Andrija Puharich, vêm ao Brasil, seguem para Congonhas do Campo e defendem um pobre homem que estava preso pelas garras da lei. Lei dos homens, naturalmente.
É triste testemunharmos esse caso, absolutamente verdadeiro.

Esses fatos vêm demonstrar que ainda temos muito caminho a percorrer.
o Escritor Cirso Santiago Continuando sobre o trabalho mediúnico de Zé Arigó, pedimos vênia para transcrever o artigo do erudito escritor Cirso Santiago, publicado no Correio Fraterno do ABC, em setembro de 1995, conforme a seguir:

“Zé Arigó: Super Estrela”

“O homem é um animal interessante e contraditório. Em geral, menospreza o que está ao seu alcance. Mas quando perde algo revolta-se ou mistifica o objeto perdido e passa a se alimentar psicologicamente de sua lembrança.

Assim nascem os heróis, os santos e os ídolos. Quem já ouviu as expressões: “Não o conheci, mas era um homem de bem!”
Pois é! Depois de morto tudo mundo é bom. Eta hipocrisia!
Quantos não amargaram aqui desprezos, desrespeitos, incompreensões, perseguições e até injustas prisões e depois são pranteados pelas massas e incensados com pompas oficiais? Estes pensamentos nos chegam à mente devido à manchete que temos aqui sobre a mesa de trabalho: “Arigó Superstar”.

Quem diria, hein? O mineiro rústico de Congonhas do Campo, que fora tido por muitos como explorador da fé alheia, praticante do indesejável “curandeirismo” e, portanto, transgressor da lei, hoje sendo nominado de Super Estrela.

E não é só isso, não, o curioso é que depois de 24 anos de desencarnado, alguém se interessa em lhe dar meia página de um jornal leigo e popular, com expressões eminentemente favoráveis a sua pessoa e ao seu trabalho mediúnico: “José Pedro Freitas ou Zé Arigó, foi um dos mais famosos médiuns de cura do país. Ele recebia o Espírito do Dr. Fritz, um médico alemão que estudou na Polônia e morreu na Primeira Guerra Mundial. Fiéis promoviam verdadeiras peregrinações até Congonhas do Campo, cidade mineira onde Zé Arigó dava suas consultas, sem nunca cobrar pelo atendimento.” – escreveu o repórter Wladimir Weltman (De Los Angeles) para o jornal “O Dia”, edição de 31 de julho de 1995.”

E continua:
“A reportagem focaliza o projeto cinematográfico hollywoodiano que está em andamento para pôr nas telas dos cinemas, brevemente, a insólita e rica história mediúnica de Zé Arigó.

O filme será dirigido por Alan Arkin, amigo de John Fuller, autor de um livro sobre Arigó. Alan Arkin é um autor veterano e conhecido no Brasil em filmes como “Ardil 22”, “Um Clarão nas Trevas”, “Edward Mãos de Tesoura” e “Rocketeer”, segundo Wladimir Weltman.

‘Há 15 anos estou fascinado com essa história’, disse Arkin, pelo telefone. Com objetivo de aprofundar o seu conhecimento sobre o assunto, Arkin visitou em Congonhas do Campo a mulher e os parentes de Arigó.”

“Passei um tempo com o juiz que tirou Arigó da cadeia e conhecemos o assistente do médium. Falamos também com várias pessoas operadas por Arigó – frisou Arkin, que pretende iniciar as filmagens até o fim do ano. Sua agência, a poderosa William Morris, ainda busca parceiros brasileiros: quer talento nativo à frente e por trás das câmaras.”

E o escritor continua:
“Arkin prometeu viajar para o Brasil neste mês de setembro, quando se dedicará à escolha de artistas para os papéis principais.

Quanto ao primordial porquê de se interessar por essa produção cinematográfica, Arkin esclareceu: “O Brasil pode não precisar de um filme sobre Arigó, mas a América precisa saber o que acontece no Brasil. Não será um filme para explorar nada. Será um filme sobre a devoção que eu e minha mulher temos pelo Espírito de Arigó e por sua simplicidade.”

Andy Garcia é o ator escolhido para interpretar o médium brasileiro. Nascido em Cuba como Arturo Garcia Menendez, Andy esteve bem cotado em 1993 para viver Chico Mendes. Mas perdeu o papel para Raul Julia. Desta vez, está certo de que ninguém lhe tirará a oportunidade de “encarnar” Arigó.

Esperamos poder filmar no Brasil. Estamos ainda no começo do processo de produção. O roteiro é muito bom, obra da esposa de Alan, que é uma grande escritora. O diretor também vai atuar num dos papéis.

“Vai ser um filme bonito, porque a história de Arigó é muito importante” – disse Andy Garcia ao repórter Wladimir Weltman.

Tudo isso ainda é um sonho.

Mas quando virar realidade, não duvidamos de que será a coqueluche mundial. E muitos que combateram o extraordinário fenômeno paranormal Zé Arigó, ou se portaram indiferentes em relação a ele (o que em si é um mal), pagarão ingressos para assistir à “caricatura” do seu trabalho medi único que, embora tenha sido estudado e valorizado por importantes pessoas e por uma parcela considerável do povão, não foi devidamente absorvido e aproveitado, como lição de desenvolvimento da criatura humana, por seguimentos que deveriam ter a obrigação de dar as costas ao insólito.

Estudar para compreender  o caminho da Ciência. E deveria ser dos
cientistas, em geral, também. Mas onde e como ficam os nossos preconceitos? E os nossos interesses de classes? Como vencê-los? Enquanto estes forem os nossos raciocínios mais clássicos, as melhores lições vão passando em brancas nuvens, infelizmente.”

Comentamos:

A Ciência da Alma.
O médium Zé Arigó jamais será esquecido. Sua importância mede-se pela presença, no Brasil, de vários cientistas norte-americanos, alguns dos quais médicos famosos em seu país, que vieram fazer estudo sobre a medi unidade.

A importância das pesquisas era de tal ordem, que eles já estavam coletando dinheiro, em sua terra natal, para aplicá-lo em um hospital em Congonhas do Campo, a fim de darem continuidade, em larga escala, aos estudos que vinham realizando para o fim em apreço.

E faziam esse esforço, aqui no Brasil, porque na sua terra natal – Estados Unidos da América do Norte – nada, na época, existia sobre a Ciência da Alma.

Mas no Brasil, Graças a Deus, ela já está bastante desenvolvida.
O avanço das Leis de Deus, tem sido e continuará sendo levado a efeito debaixo de grandes sofrimentos, por aqueles que vieram e continuarão a vir ao mundo com essa missão sagrada.

Temos como exemplo o famoso filósofo Sócrates, que foi condenado à morte, ingerindo “cicuta”, veneno terrível, pelo fato de ensinar os seus discípulos a porem em prática as Leis de Deus, muito adiantadas para a época.

O Espiritismo veio ao mundo com esse objetivo, mediante suas revelações avançadas, algumas das quais se acham nos livros de André Luiz, de Emmanuel, de Humberto de Campos, de Bezerra de Menezes e tantos outros ilustres espíritos, e que são verdadeiras joias da Ciência da Alma.

Jesus Cristo nos ajude a avançar, através de seus Missionários de Amor e Luz.

Que Deus seja Louvado!

 



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Nossos comentários, em tomo do livro do escritor norte-americano John G. Fuller, a respeito de Arigó, o famoso médium de Congonhas do Campo, Estado de Minas Gerais, a quem pedimos vênia para transcrever.

Fonte: Em Prol da Mediunidade

Pequena História do Espiritismo de Henrique Magalhães



 

 

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