Natal das Crianças nas Creches Isabel “a Redentora” e Marieta Navarro Gaio

Natal das Crianças nas Creches Isabel “a Redentora” e Marieta Navarro Gaio

Divulgação CMP Por (Eni) Com muitas brincadeiras, músicas, danças e presentes as crianças  das Creches Isabel  “a Redentora”  de Teresópolis e Marieta Navarro Gaio sediada em Rio de Janeiro, foram contempladas Continue lendo >>>

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Creches realizam festa de encerramento do ano letivo na Casa da Mãe Pobre

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Por (Eni)    Com o apoio da Casa da Mãe Pobre, as creches da Instituição Maria de Nazareth realizaram na tarde do dia 8 de dezembro (sábado),  a festa Continue lendo >>>

Creches da Casa da Mãe Pobre comemoram o dia das crianças

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Creche Marieta Navarro Gayo e  Creche Isabel a Redentora, promovem festa em homenagem às crianças. Por (Eni) Num clima bastante animado e descontraído, as Creches Marieta Navarro Gayo e Continue lendo >>>

Alunos do Instituto Stella Almeida – ISA, realizam importante visita  a CMP  e fazem doações

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Por (Eni) Alem  das relevantes doações que são importantes na nossa rotina diária, demonstraram enorme amor e carinho  para nossos idosos e crianças assistidas em nossas instituições. Os alunos Continue lendo >>>

 

Arigó o famoso e grande Médium – parte III


Capítulo XXXI


Jose_Arigo_Psychic1

José Arigó
Reprodução Web

Foi quando Arigó pediu a todos que rezassem. A seguir dirigiu-se para a prisão.”

E nós refletimos:

Que lição de humildade e resignação aquela criatura deu à enorme multidão presente, e aos materialistas em particular!

São verdadeiramente justas as palavras proferidas por um desconhecido, quando afirmou: “O Espiritismo produz milagres!. .. ”

E produz mesmo, transformando as criaturas humanas, pouco a pouco, as quais vão perdendo os vícios, o egoísmo, o orgulho, a vaidade, a maledicência, a avareza, a ambição e por aí afora, levando-as a amar a Deus, de todo o coração e ao próximo, como a si mesmo.

E o escritor John Fuller, prossegue:
“Enquanto a multidão se comprimia perto da cadeia, Arigó pedia que não demonstrassem ressentimentos contra os carcereiros, pois eles estavam cumprindo o seu dever.
Só então, lentamente, a multidão que se juntara, começou a dispersar.”

E nós comentamos:

É bom notar este detalhe: não foi um espírita, fanático ou ignorante, que elaborou um livro para nele imprimir e mostrar ao mundo as barbaridades de uma lei infame, que já levou à prisão algumas criaturas de Deus, que tomaram a deliberação de levar a bom termo as suas maravilhosas “tarefas de médiuns curadores”. Quer sejam os receitistas ou os que aliviam e liberam, das enfermidades, as criaturas humanas, através dos passes e, em alguns casos, os que, por intermédio de suas faculdades mediúnicas, auxiliam os bondosos e sábios médicos desencarnados a aplicar a sua maravilhosa ciência, através de operações de pequeno ou grande porte, a favor das criaturas humanas, a título absolutamente gracioso.

A Lei a que nos reportamos tem o nº 284, do Código Penal, e foi elaborada por um juiz de inteligência avançada, Dr. Nelson Ungria, católico professo, mas que ignorava completamente as virtudes do Espiritismo Cristão.

A aplicação dessa Lei proíbe os médiuns de fornecerem receituário de qualquer natureza, efetuar operações, aplicarem passes, sejam eles quais forem, e mesmo fazer gestos com os braços, muito em voga nos passes comuns.

Tanto o nosso saudoso irmão Arigó, como todos nós, médiuns, estamos enquadrados nessa Lei, mas também estamos enquadrados naquela outra lei, ou seja, a Lei de Deus, contida no Evangelho de Jesus Cristo, que nos manda “fazer ao próximo o que desejamos faça esse próximo por nós”. Tal é a Lei Maior e Única e é esta a que devemos seguir mesmo que se nos deparem percalços nos caminhos, desta ou daquela natureza – oferecendo e dando de graça o que de graça recebemos. Que essa imensidade de benefícios prestados pelos bondosos médicos da Espiritualidade a todas as criaturas humanas, sem distinção de cores ou crenças, continue se espalhando pelo Mundo, em todas as direções, postos em prática, pelos “seareiros” do Espiritismo Cristão.

Esse é o nosso Grande Dever.

Mediunidade e Sacrifício

Em continuação das famosas narrativas do escritor norte-americano John Fuller, informamos mais os seguintes detalhes:

“No dia seguinte à prisão de Arigó, a rua para a qual dava a sua cela, estava repleta de repórteres.

Arigó disse-lhes que estava conformado por estar na prisão, pois necessitava de descanso.”

E nós comentamos:

Pudera!

Ele trabalhava de dia no seu emprego e destinava as noites para o seu enobrecido trabalho de médium, no Grupo Espírita, servindo de medianeiro ao Espírito Dr. Fritz.

E Fuller continua:

“Mau grado a sua têmpera de trabalhador incansável, Arigó foi obrigado a ficar ocioso na reclusão.

Quando os presidiários, há muito tempo insatisfeitos com as condições do cárcere, se revoltaram e ameaçaram os guardas com facas que lhes tinham passado do exterior, Arigó serenou o motim em pouco tempo.

Com voz enérgica, ordenou aos presos que acabassem com a revolta.
E mais: que reparassem os estragos que haviam provocado.
Era ele, o Arigó, quem os atendia nas suas enfermidades. E vem daí o respeito e amizade com que o tratavam.

Como agradecimento, o Diretor da prisão autorizou Arigó a se ausentar, sempre que o desejasse. Mas ele muito raramente utilizou essa concessão e quando o fazia era apenas para visitar os doentes. Continuou também a tratar os presos que estavam em precárias condições de saúde. Quando na Cidade souberam que Arigó estava dando assistência aos presos, os enfermos fizeram fila, junto à prisão. Foi quando Arigó reiniciou os tratamentos.

Quanto à posição dos guardas, fingiram nada ver.”
“Por fim, as notícias sobre as dificuldades de Arigó chegaram aos Estados Unidos.

Nessa altura, o norte-americano Dr. Puharich já havia enviado longa carta ao Juiz da Comarca, Dr. Felippe Irnrnersi, solicitando julgasse o caso de Arigó com benevolência.

Em 24 de junho de 1965, Arigó foi posto em liberdade condicional, para aguardar o resultado da revisão judicial do processo.

Quando o Juiz Irnrnersi tomou conta do caso, não dava o menor crédito às histórias sobre as curas
milagrosas efetuadas por Arigó.”(Curas efetuadas pelo Dr. Fritz, através da mediunidade de Arigó.)

“Mas quanto mais lia sobre o assunto, mais se convencia de que estava perante um fenômeno fora do comum.

Ao longo de todo o processo judicial, Arigó se revelara um ser humano afável e caridoso. Um homem triste e perplexo, perturbado pelas estranhas faculdades que possuía.

Tendo em vista esses detalhes, o Juiz Immersi resolveu ir a Congonhas verificar o que se passava. Ao chegar onde se achava o nosso herói, sem que ninguém tomasse conhecimento de que era o Juiz que estava tratando da revisão do processo, incógnito, portanto, foi recebido pelo Arigó, o qual se preparava para operar uma mulher idosa, portadora de cataratas, quase cega de ambos os olhos. Para esse fim solicitou ao recém-chegado segurasse a cabeça da mulher.

O Juiz, Dr. Felippe Irnrnersi, sentiu-se pouco a vontade, mas fez o que Arigó lhe pediu.

Impressionado, viu-o tomar uma tesoura de unhas e cortar diretamente na córnea da enferma.

Em poucos segundos as cataratas foram extirpadas sem dor.
E o Juiz comentou para o escritor: “Fiquei sem fala”!

Arigó rezou em seguida, e, logo após, pegou uma porção de algodão. Algumas gotas de um líquido surgiram nele, e Arigó passou-as nos olhos da mulher. E o Juiz Immersi, comentou para o escritor: “Vi tudo isso bem de perto. Ela ficou curada.”

O Juiz Felippe Immersi deu testemunho deste fenômeno. E compreendeu então que o caso Arigó não podia ser julgado nos moldes convencionais, decidindo que a acusação de “magia negra”, não fora provada, visto não ter Arigó usado nenhum ritual primitivo, mas apenas rezado as preces cristãs comuns.

No entanto Arigó praticava a Medicina sem ser médico e o Juiz Immersi não tinha alternativa senão confirmar o veredicto dado pelo Juiz de Congonhas. Conseguiu reduzir a prisão de Arigó, a apenas dois meses, mas não anulá-la.
Esse mesmo Juiz ficou pesaroso por ter de mandar Arigó de volta à prisão.

“- Confesso – declarou ele, posteriormente – que me senti um pouco, como certo juiz que há cerca de dois mil anos, teve de decidir sobre outro caso.”
Referia-se a Pilatos, quando, para atender a lei dos homens, ou seja, dos sacerdotes do Templo de Jerusalém e dos fariseus judaícos, sancionou o processo que condenou Jesus Cristo à morte infamante, no Monte do Calvário.

Atendendo às leis da Terra, a que a Justiça estava submetida, o Juiz Felippe Immersi, viu-se na contingência de recambiar a infeliz criatura – o Arigó – de volta à prisão, para cumprir o restante da pena a que injustamente fora condenado.

A oito de novembro de 1965, Arigó deixou a prisão.”

E continuando nas suas observações, o escritor John Fuller nos informa:
“Na manhã seguinte, bem cedo Arigó atravessou a rua e foi ao local onde atendia às criaturas humanas. Orou, como de costume, recebendo desde logo a incorporação do Dr. Fritz, e recomeçou o trabalho de assistência aos enfermos que o procuravam.”

Qual o pagamento que as autoridades governamentais impuseram ao nosso irmão Arigó, por todo esse imenso trabalho, realizado em favor das criaturas humanas? – perguntamos nós.

Eis o pagamento, mencionado abaixo, em prestações a longo curso …
 “Começo da perseguição oficial movida pelos médicos da Terra, contra Arigó.”

 



… pág. 1  2  3  4


 

 

Nossos comentários, em tomo do livro do escritor norte-americano John G. Fuller, a respeito de Arigó, o famoso médium de Congonhas do Campo, Estado de Minas Gerais, a quem pedimos vênia para transcrever.

Fonte: Em Prol da Mediunidade

Pequena História do Espiritismo de Henrique Magalhães



 

 

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